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Um pensamento de 1931, bem actual.

quarta-feira, 9 de junho de 2010
Não quero com o texto emitir qualquer tendência ou opinião política, mas apenas criar uma linha de reflexão.

"Um professor de economia na universidade Texas Tech, resolveu fazer uma experiência com uma turma inteira.

Essa turma, tinha insistido que o socialismo realmente funcionava: ninguém seria pobre e ninguém seria rico, tudo seria igualitário e 'justo'.

A experiência consistia que as notas dos exames, seriam a ferramenta da experiência.

Todas as notas seriam concedidas com base na média da turma, e, portanto seriam 'justas'.
Isso significaria que todos receberiam as mesmas notas.

Logo que a média das primeiras provas foi tirada, todos receberam 14. Quem estudou com dedicação ficou indignado, mas os alunos que não se esforçaram ficaram muito felizes com o resultado.

Quando o segundo teste foi aplicado, os preguiçosos estudaram ainda menos, esperavam tirar notas boas de qualquer forma. Aqueles que tinham estudado bastante no início, resolveram que também se aproveitariam da média das notas. Portanto, agindo contra as suas tendências, eles copiaram os hábitos dos preguiçosos. Em resultado, a segunda média dos testes foi 10. Ninguém gostou.

Depois do terceiro teste, a média geral foi um 5.

As desavenças entre os alunos e as buscas por culpados passaram a fazer parte da atmosfera das aulas daquela turma.

No fim de contas, ninguém queria estudar para beneficiar o resto da turma. Portanto, todos os alunos chumbaram.

O pensamento abaixo foi escrito em 1931.

"É impossível levar o pobre à prosperidade através de legislações que punem os ricos pela prosperidade. Por cada pessoa que recebe sem trabalhar, outra pessoa deve trabalhar sem receber. O governo não pode dar a alguém, aquilo que não tira de outro alguém. Quando metade da população entende a ideia de que não precisa de trabalhar, pois a outra metade da população irá sustentá-la, e quando esta outra metade entende que não vale mais a pena trabalhar para sustentar a primeira metade, então chegamos ao começo do fim de uma nação. É impossível multiplicar riqueza dividindo-a."

Adrian Rogers, 1931"

17 Comentários:

Anónimo disse...

Sem dúvida actual.
Não se dá valor ao mérito.
Facilitismos para as estatisticas, enfim onde isto vai chegar?.

jbatista disse...

Muito bom post....

Leão disse...

Pois pois no tempo do salazar e que era bom, onde a população era obrigada a trabalhar por favor, nas terras de 2 ou 3 senhores que pagavam o que queriam a trabalhar de sol a sol e a passar fome.
Não foi a muito tempo, mas se calhar muitos de voçês não sabem o que isso é,ainda bem ou então esqueceram rápido.

hawk76 disse...

Não percebo a relação do seu comentário, com o post....

Anónimo disse...

Muito atual, é por isso que cada vez mais sou Social Democrata.

Leão disse...

A relação é que quase sempre a prosperidade dos ricos é feita a custa da esploração dos mais pobres, por isso eu defendo uma sociedade com regras todos trabalhassem, e que nao houve-se um fosso tão grande entre ricos e pobres.

hawk76 disse...

Assim, a conversa já é outra...

Anónimo disse...

será???
que terá que haver sempre uma cabeça um pensador um realizador
não há alunos com boas notas
também com notas medias e fracas
nós temos é de nos harmonizar que apesar de todos iguais somos diferentes

hawk76 disse...

Entre o 8 e o 80, há o 44.
Eu não sou rico (infelizmente), mas também não vivo ás custas dos outros.

Certo que não se pode generalizar, pois há pobres que querem e não conseguem sair dessa situação e há ricos que o conseguem através do empenho e mérito.

O problema são os outros, os ricos que que chegam a essa condição através da exploração dos outros e de outros malabarismos, e os pobres que não querem fazer nada, para além de viverem ás custas dos outros.

Há ainda aqueles que trabalham para pagar as suas contas, manter os que não querem trabalhar e contribuir para a fortuna dos ricos.

Portanto, não somos todos iguais.

Anónimo disse...

"todos trabalhassem, e que nao houve-se um fosso tão grande entre ricos e pobres."

E ideias para criar postos de trabalho para todos?

Semprempé disse...

O caminho da felicidade cabe a cada um escolher. O problema é que para escolher é preciso estar informado ou esclarecido. Por isso a principal prioridade deve ser a formação, informação e conhecimento.
Parasitas sempre houve e o mundo não acabou.

pagante disse...

em Portugal por exemplo dá-se valor a quem produz mais:
- António Mexia recebe 1,8 milhões de euros por boa rpodutividade.
- Zeinal Bava 1 milhão €;
- Santos Ferreira 650 mil euros
- Rui Pedro Soares 586.863 euros
- Armando Vara 520 mil euros
- Paulo Macedo 520 mil euros
- Vítor Fernandes 471 mil euros
- José Guilherme 455 mil euros
- Nelson Machado 455 mil euros
- Luís Pereira Coutinho 455 mil euros
- Miguel Maya 78 mil euros

pagante disse...

Na RTP:
- José Alberto de Carvalho 223mil euros
- Judite de Sousa 206 mil euros
- José Rodrigues dos Santos 205 mil euros
- José Fragoso 179 mil euros
- Maria José Nunes 148 mil euros
- João Adelino Faria 136 mil euros
- Teixeira de Bastos 119 mil euros
- Pedro Reis 72 mil euros
- Afonso Rato 56 mil euros
- Paulo Dentinho 74 mil euros
- Rosa Veloso 55 mil euros
etc. para dezenas de pessoas no canal público de TV.

pagante disse...

- Faria de Oliveira, presidente da CGD: 371 mil euros
- Fernando Pinto, Presidiente da TAP: 816 mil euros
- António Mexia, Prseidente da EDP Vencimento + Prémios de produtividade = 3 milhoões de euros, ou seja recebe mais o "nosso" António Mexia que os pobres dos Americanos:
_Steve Jobs, presidente e fundador da Apple, que recebeu 888 mil euros no ano passado,
Steve Balmer, presidente executivo da Microsoft - que recebeu 963 mil euros
Sanjay K. Jha, Presidente executivo da Microsoft 2,8 Milhões de euros

Ora aqui está a prova de como Portugal vai muito à frente dos USA.

Anónimo disse...

Está visto que estes senhores cuprem á risca este pensamento bastante actual...

hawk76 disse...

O pobre não é só aquele que tem pouco dinheiro, é aquele que tem pensamentos pobres.

Eu não tenho inveja de quem ganha muito, tenho pena é de não ser um deles!!!

E pena de não ter um patrão, que me desse prémios chorudos por obtenção de resultados/objectivos.

Anónimo disse...

Enfim...

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