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Tractorista seguro

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Dois em cada três acidentes com tractores são fatais, especialmente os que acontecem fora da via pública .

Apesar da informação se diluir entre as estatísticas de acidentes de trabalho e acidentes de viação, em 2010, houve 42 acidentes com tractores no distrito de Viseu que provocaram sete mortos, sete feridos graves e 16 ligeiros.

No que vai de 2011, a Agência Lusa já tomou nota de mais de 44 acidentes envolvendo tractores agrícolas, que provocaram pelo menos 30 mortos, 11 feridos graves, três feridos ligeiros, 11 feridos de gravidade não especificada e um desaparecido.

Segundo o Instituto da Mobilidade dos Transportes Terrestres (IMTT), há 248.921 tractores agrícolas matriculados em Portugal.
A 3-Fevereiro-2011, dois acidentes em Sernancelhe e Vouzela resultarem em três mortos e um ferido. Em ambos os casos, as vítimas ficaram debaixo tractor, a derrubar árvores ou a manobrar em lameiros. Os dois acidentes agrícolas fatais foram classificados pelo Governador Civil Miguel Ginestal como uma "tragédia".

Já em 2010 O Governo Civil de Viseu tinha lançado a campanha em defesa do Tractorista em Segurança sob o lema “o tractor agrícola é uma ferramenta de trabalho, não o transforme numa ferramenta de morte“.

Algumas das medidas recomendadas para reduzir esta sinistralidade são:

- Tonar obrigatória a utlização, sempre que possível, do “arco de segurança” que protege o condutor em caso de capotamento (ver imagem)

- Não transportar passageiros, nem no tractor nem no reboque

- Melhorar a formação dos condutores-operadores que devem ter idade mínima

- Utilizar equipamento luminoso e de sinalização

- Verificar se há pessoas ou obstáculos junto ao tractor antes de o pôr o tractor a trabalhar

- Colocar o tractor num local plano, e “calçá-lo” convenientemente, ao fazer reparações

-Manter o tubo de escape isolado e afastado de materiais inflamáveis (por exemplo, ervas secas) ou de recintos fechados

- Reduzir velocidade ao rebocar cargas

- Subir uma encosta íngreme de marcha-atrás (para evitar o risco de empinamento)

- Usar correntes de segurança para rebocar equipamentos

- Usar vestuário justo ao corpo e evitar acessórios (pulseiras, fios, etc.) que possam ser puxados

- Fiscalizar o cumprimento das normas de segurança

Fonte: DN, Riscos associados,

7 Comentários:

Anónimo disse...

É PARA ISTO QUE SERVE O GOVERNO CIVIL?
ANTES ERA PARA PASSAR PASSAPORTES.
OU SERÁ PARA ALBERGAR BOYS DO PS QUE PERDERAM AS ELEIÇÕES?

Anónimo 2 disse...

ENA PÁ, COM MAIÚSCULAS E TUDO!

(in)segurança no trabalho disse...

"Dois acidentes com tractores durante trabalhos agrícolas, um em Armamar e outro em Almeida, causaram hoje um morto e um ferido grave na Região Centro"

Não haverá maneira de evitar acidentes no trabalho como estes?

Governos civis disse...

Sera mesmo desta vez, que se vai conseguir eliminar os Governos Civis?
Desde que não se esqueçam de passar as poucas funções que lhes restam.

"A governadora civil de Viseu, Mónica Costa, discorda da extinção dos governos civis por entender que têm a capacidade de “estabelecer pontes” entre as restantes instituições do distrito e o Governo. Mónica Costa diz ao PÚBLICO que numa fase crítica para a Protecção Civil, por causa dos fogos florestais, está disposta a manter-se no lugar até que o Governo encontre uma solução alternativa.

"Mónica Costa, apesar de integrar a equipa do Governo Civil de Viseu, desde 2005, foi empossada governadora a 26 de Abril deste ano, em substituição de Miguel Ginestal que pediu a exoneração do cargo por integrar a lista de deputados pelo PS pelo círculo de Viseu nas últimas eleições legislativas."

Anónimo disse...

Se mandarem 50% dos parasitas, dos trabalhaores publicos para casa,os restantes ainda sao de mais.
A unica frase que eles usao diarimante, isso so para a outra semana.Autenticos malandros.
Usao e abusao do publico, de quem lhes paga.
E,eu provo se for nessecario.

Anónimo disse...

Nem todos os funcionários públicos são assim, existem muitos que são exemplos mesmo para a parte privada, em relação ao Governador Civil, a mesma explicação da de Viseu ouvi ontem ao de Lisboa e por ai fora, como lhe está a acabar o tacho......
Não creio que acabem todas as competências dos Governos civis nem os próprios, no sentido lato da palavra, mas o cargo de Governador e todos os tachos adjacentes deve ser, o exemplo deve vir de cima.

Seguro morreu de velho disse...

Em Portugal, morrem três pessoas por mês em acidentes com tractores

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