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Apoio a reintegração de reformados

sábado, 30 de novembro de 2013
 Antigo autarca de Carregal do Sal não vê problemas na atribuição de subsídio extinto em 2005Sandra Henriques     28 Nov, 2013 

O antigo autarca de Carregal do Sal Atílio Nunes não vê qualquer problema na atribuição do subsídio de reintegração a edis reformados. Este é apenas um dos ex-presidentes de câmara que querem uma prestação que já deixou de existir há quase dez anos.

“Foi falado com os autarcas. Aceitei o que a lei me dá. Para quem foi autarca durante 24 anos, nunca perdi um dia, nunca gozei um dia de férias, se tenho esse direito vou busca-lo. Deixei a minha Câmara arrumada, nunca apareceu nas câmaras a deverem dinheiro e sem crédito”, afirma Atílio Nunes à jornalista da Antena1 Natércia Simões. “Ainda não pedi nada. É a Câmara que vai resolver”, explica.

O presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), Manuel Machado, escusou-se esta manhã a comentar o assunto, referindo apenas à agência Lusa que se trata de uma “questão individual”.

O Jornal de Notícias avançou esta manhã que o ex-presidente da ANMP Fernando Ruas requereu o subsídio de reintegração ao município de Viseu, que liderou durante 24 anos, apesar de já estar reformado. Outros dois ex-vereadores seguiram o exemplo.

De acordo com o diário, os serviços jurídicos da ANMP emitiram um parecer favorável, a 8 de outubro, poucos dias depois das eleições autárquicas de 29 de setembro, para que os antigos autarcas pudessem recorrer a esta pensão extra. Só que este subsídio que tinha como objetivo ajudar no regresso dos autarcas à atividade profissional já tinha sido revogado em 2005.

Contactado pela Antena 1, Fernando Ruas não quis gravar qualquer declaração, mas assegurou que não vai abdicar daquilo a que tem direito.

6 Comentários:

Anónimo disse...

Foram 24 anos de ferias.
e, ainda te queixas que nao tirastes ferias?
Tudo na conta do Ze Pacovio.

Pobres e mal governados disse...

O mais importante é as pessoas perceberem que depende de nós melhorar a governação, e que não estamos condenados a ser "pobres e mal governados"...
Sofremos todos as consequências de décadas senão séculos de má governação.
Vale a pena ouvir o Paulo Morais a 7-Dezembro no Carregal

Anónimo disse...

Tal e qual.
Quando o "cargo" serve para se auto-promover a sua pessoa se gloriarem,etc.
São raros os que abraçam a governação por vocação de servir.

Anónimo disse...

Estamos a caminhar a passos largos para uma sociedade sem valores, onde impera o poder económico, a alta finança a esmagar o povo.
Parece que há um gosto de quererem cada vez mais pobres, para depois virem dizer que há instituições de caridade a ajudar.
O Povo não quer isso, quer trabalho para se governar a crescer , tormnar-se independente.

ACDB disse...

Provavelmente no espírito da lei que prevê a atribuição do tal subsídio, não era suposto terminar os respectivos mandatos com vida.

Anónimo disse...

Isto tudo ao ler dá para rir, o chefão o que fez nestes anos todos, a min só me lixou, tive que pagar e não bufar, outros só recebem e até têm carros há sua porta, terras, muitas, tudo ganha lá em casa, só visto e é só procurar, só aquela benemérita que está na Câmara (PÊGA) é que não vê ou não quer ver, tudo come, há grande e até deitam fora, outros querem-no e não têem direito a nada, é triste, mas agora vai haver revolução ai vai, com os do PSD na ACDB vai sobrar para alguém pois eles até ficaram com as rifas e quem foi rifada foi quem as comprou, ora toma

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