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Beijoz com Segurança Alimentar

domingo, 24 de agosto de 2014
Diz um artigo do Publico que " Em Portugal 15 a 20% das pessoas saltam refeições por não terem dinheiro", http://www.publico.pt/sociedade/noticia/em-portugal-15-a-20-das-pessoas-saltam-refeicoes-por-nao-terem-dinheiro-1667273 
Num momento em que os jornais falam de pessoas a faltar refeições em Portugal, Beijós demonstra como  continua a garantir a segurança alimentar.

Os campos férteis da aldeia dão trabalho, mas compensam !
A colheita começou pelas batatas e continua pelo verão e outono dentro.

Em Beijós, quem trabuca ... manduca!

1 Comentários:

A. Costa disse...

Pode uma família em Beijós ser (quase) auto suficiente em termos alimentares?

Se olharmos para uma roda dos alimentos moderna verifica-se que a quase totalidade dos alimentos que nela entram podem ser produzidos por uma família normal numa terra como Beijós.

Exceptuando o peixe e eventuais frutas exóticas como a banana ou o ananás, estas perfeitamente substituíveis por muitas outras frutas como uvas, laranjas, ameixas, etc. tudo se pode produzir numa leira de terra de 2 ou 3 mil metros quadrados. E terras dessas, algumas vezes até com água de nascente natural e portanto quase sem custos de utilização, existem em muitas zonas como Beijós, à espera de mãos que as trabalhem.

Por exemplo, vegetais, legumes diversos como o feijão, ervilhas, favas, cenouras e cereais como o milho, que pode ser usado na alimentação humana sob a forma de pão mas também sob a forma de sopa, cozido, assado, etc. para não falar da produção própria de carne (aves, coelhos, borrego, cabrito, porco, etc.).

No passado, não distante, quase tudo o que se comia era de produção própria. Havia fome? Sim, havia, mas também não existiam os meios de conservação que há hoje.

A terra, a natureza é, e sempre foi, generosa. Só que não leva os produtos de que precisamos à mesa nem faz crescer, só por si, disposição para a trabalhar e dela colher os frutos que pode dar.

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