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Beijós Procissão e Feirinha de Natal 2018, 8 e 9-Dez

domingo, 25 de novembro de 2018
No início de Dezembro, temos mais uma oportunidade de reviver as tradições e comprar produtos da terra  assim apoiando os produtores "da Aldeia que Trabalha".



No sábado, 8-Dezembro-2018   vai haver a festa religiosa com a procissão da Nossa Senhora da Conceição. Manda a antiga tradição que as mordomas sejam quatro mães, mas todos apoiam e apreciam.

Vejam  um cartaz antigo, veremos que o programa não varia muito.
No domingo, 9-Dezembro-2018, vai haver a Feirinha de Natal no recinto das Carvalhas.
Esta é uma nova tradição que apreciamos cada vez mais.


Calor humano não vai faltar!



Hoje o Parque Arnaldo de Castro estava lindo com um belo tapete dourado

Os montes de folhas faziam as delícias das crianças à saída da escola ao lado.






Feirinha de Verão nas Carvalhas 2018

domingo, 5 de agosto de 2018








Beijoz Comercial - compra venda de casa de aldeia

No regresso à terra, quem quer casa tem por onde escolher
em Beijós,

desde casas antigas

 até às casas recém reconstruidas ou novas. 




Um encontro no café, 








um passeio pelas ruas pelo fresco do fim de tarde,


havendo vontade, conciliam-se os interesses do vendedor e do comprador



e dispensam-se mediadores.





Organizem-se - ou Pinhal Interior vai ceder ao novo Eucaliptal Interior

quarta-feira, 1 de agosto de 2018
Onde havia muitos pinheiros e  mimosas que arderam na noite de 15-Outubro-2017, os pouco eucaliptos rejuvenescem rapidamente depois dos fogos.  Agora nasce um verdadeiro eucaliptal espontâneo. A palavra eucaliptal ainda aparece  apenas 158.000 vezes no Google, mas as imagens não mentem.

Vamos deixar de fazer parte do Pinhal Interior para passar paro novo Eucaliptal Interior ? 

Segundo um importante artigo no DN de domingo, 29-Julho, o governo continua a apoiar os produtores de eucapliptos, bem organizados desde 1993 na CELPA.

Os produtores de pinheiro e de carvalho, um espécie considerada essencial para a segurança das florestas, mal organizados, têm recebido uma pequena fração dos apoios, não sementes, não há plantas nos viveiros.

Organizem-se ! 

Na terça-feira, o governo apressou-se a corrigir as suas prioridades florestais, realinhando os financia.  Segundo o DN, "de acordo com um comunicado do Ministério da Agricultura, Florestas e do Desenvolvimento Rural (MAFDR), este "novo ciclo de apoio à floresta" consiste na abertura de "concursos regionalizados" que têm como prioridade a recuperação de áreas ardidas e a reconversão de áreas de eucalipto de baixa produtividade em zonas de espécies de crescimento lento."

"Trata-se de uma mudança de paradigma no apoio à floresta, que vai ajudar a equilibrar a distribuição de ajudas pelo território, uma vez que estamos a lançar, pela primeira vez, concursos regionalizados", explica o secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural.

Segundo Miguel Freitas, "o concurso decorre em duas fases, abrindo hoje a primeira delas, com um concurso para o norte do país, no valor de 10 milhões de euros, e outro para o Centro, no valor de 12 milhões de euros".

A ideia é apoiar especificamente as duas regiões do país "onde a estrutura (fragmentada) da propriedade oferece maiores dificuldades à obtenção deste tipo de apoios", isto é os minifúndios do Norte e Centro.

Mas será que os produtores de pinheiros, os proprietários de pequeníssimas matas de subsistência, muitos deles idosos ou ausentes, se conseguem organizar para concorrer a apoios essenciais para criar uma florestas sustentável e concorrer a apoios contra as maiores empresas do país?

Fontes:
Melhor Eucaliptal https://www.dn.pt/edicao-do-dia/29-jul-2018/interior/-eucaliptos-tem-cinco-vezes-mais-apoio-do-que-floresta-nativa-9650078.html
ou Melhor Florestahttps://www.dn.pt/pais/interior/floresta-com-apoios-regionalizados-a-partir-de-hoje-9659835.html 

Feirinha de Verão mostra produtos locais e oferece convívio

A terceira Feirinha de Verão a 28-29 de Julho ofereceu produtos agrícolas e artesanato aos clientes e visitantes, numa iniciativa da Junta de Freguesia de Beijós a que aderiram feirantes e outras associações locais.





O convívio ao fresco debaixo das Carvalhas continuou pela noite dentro.


Parabéns a todos pela iniciativa e pelo entusiasmo e participação.



Minifúndios agravam risco de incêndios

sexta-feira, 11 de maio de 2018
Este mapa parcelário à esquerda não é de Beijós, mas podia ser.
Note-se o rendilhado com longas linhas paralelas do cume para o ribeiro a definir as numerosas tiras de terreno estreitinhas.  Em muitas destas parcelas de minifúndio nem será possível um trator dar uma volta, muito menos um autotanque dos bombeiros.

O mapa colorido à direita também não é de Beijós, pois ainda nos falta um Plano de Gestão Florestal para a aldeia.
O estudo "Portugal Wildfire Management in a New Era" do especialista americano Mark Beighley (Fev 2018) aponta as principais causas dos incêndios desastrosos de 2017.
Segundo e especialista americano, Portugal tem um dos maiores níveis de risco de incêndio florestal na Europa,  e o risco continuará a subir, podendo a área ardida saltar de 500 mil hectares para chegar a 750 mil hectares/ano.
As principais causas do elevado risco de incêndios rurais e florestais em Portugal incluem:

  1. Mudanças demográficas, urbanização e emigração
  2. Elevada vulnerabilidade às alterações climáticas 
  3. Mudanças no uso da terra, com cada vez mais terras abandonadas.  Cerca 80% das florestas não são geridas porque não são comercialmente viáveis.  As despesas de manutenção da floresta são elevadas, o que torna o abandono uma decisão lógica,  quer da parte dos proprietários presentes quer dos proprietários ausentes.  
  4. Fragmentação da propriedade dos terrenos, com numerosos minifúndios, o que dificulta e desestimula o investimento em gestão florestal e planeamento para a prevenção de incêndios.  Apenas 3% das florestas portuguesas são propriedade do Estado e das Autarquias, comparado com 30% em Espanha e mais de 70% em alguns outros países europeus. 
  5. Elevado número de ignições, 98% das quais são de mão humana, incluindo 16% por reacendimento devido a ineficácia de ações de rescaldo. 
  6. Insuficiente planeamento e execução de planos de prevenção e combate 

Convenhamos que não podemos controlar as tendências demográficas nem as alterações climáticas.
Já o rendilhado dos minifúndios é da nossa lavra, é o resultado indesejável de um conjunto de leis e tradições cujas consequências negativas estão à vista. 

As pequeninas parcelas, os minifúndios, são insustentáveis em termos em termos económicos, e por isso passam a ser insustentáveis em termos ambientais, contribuindo para riscos ecológicos cada vez maiores.

O fogo distingue espécies de árvores, mas não reconhece estremas nem limites de propriedade.
Está na hora de aceitar essa realidade e promover o emparcelamento para criar fazendas que possam ser geridas para a sustentabilidade.

Só que os custos de transação, o IMT, os registos, o imposto do Selo, os honorários notariais são elevados e não há apoios para isso o emparcelamento.
Vais-se deixando tudo em nome do trisavô...entregue às silvas e às chamas.
Ver to estudo de Beighley em https://www.isa.ulisboa.pt/files/cef/pub/articles/2018-04/2018_Portugal_Wildfire_Management_in_a_New_Era_Engish.pdf

Flores de Beijoz

sábado, 17 de março de 2018


Flores deBeijoz

Aceitam-se encomendas 

e Velharias



Floresta - Trabalhos agrícolas e florestais





Trabalhos Agrícolas e Florestais

C. Madeira

Telm:  (351) 967 066 481

Beijós 3430 Carregal do Sal, Portugal

Rio Dão vai cheio

Ainda não é neste ano de 2018  que se consegue regularizar o caudal do rio Dão.  

A água que agora ronda as caves das casas de Sangemil em Março, vai fazer muita falta nos prados em Agosto. 




VER Gestão do Rio Dão - Das Cheias à Seca Extrema

 A água, das cheias catastróficas à seca extrema 

Portugal, em boa medida, é um país de extremos climáticos.

Vários meses praticamente sem chover e, quase todos os anos, há cheias e inundações, algumas com danos catastróficos.
Dizem-nos, isto é próprio de um clima mediterrânico, que é o nosso. É verdade.

“Fazer” chover um pouco todos os meses, evitar tempestades de fogo como foi o caso dos grandes incêndios deste ano - o furacão Ophélia espalhou, em poucas horas, o fogo por metade do país, o fogo que alguém ateou, reduzir as situações de seca  extrema, não vai ser fácil, no futuro. Direi que o que aconteceu e está a acontecer este ano vai voltar, e disso não podemos fugir.

Um  país não pode mudar a sua latitude no contexto do globo terrestre mas poderá, com conhecimento, engenho e arte, minorar os efeitos negativos da sua situação geográfica, tomar essa situação como um dado e adaptar-se de modo a reduzir  esses efeitos negativos.´

Este clima mediterrânico também tem aspectos muito positivos. É o caso do nosso SOL, que atrai turistas de muitas paragens, são as temperaturas amenas, etc. E como não se pode ter  o sol na eira e a chuva no nabal ao mesmo tempo, há que saber viver com as situações e prepararmo-nos melhor para elas.

Considero muitíssimo importante que os responsáveis pela gestão da água venham a público falar sobre estes problemas cadentes e que tocam a todos.

Depois dos grandes incêndios recentes, os riscos sobre a poluição das águas superficiais, em resultado do arrastamento das cinzas que as chuvas vão provocar, precisam de ser ponderados, discutidos e de medidas que reduzam os seus efeitos. Será que a água que bebemos vai ter, nos próximos meses,  a qualidade que todos esperam?

Começa a ser por demais evidente que o país precisa de ser alertado, diria mesmo abanado,  para a necessidade de poupar, usar com parcimónia (como diz o ministro do ambiente), cuidar da qualidade desse recurso essencial água que continua a não ser satisfatoriamente gerido (está à vista) em termos de custos e de quantidade presente e futura.

Como é que se conjuga esta seca extrema e agora a despesa enorme em transporte de água com as cheias que todos os anos acontecem  em muitos dos rios deste país, nomeadamente nas bacias do Dão e do Mondego?

“Existem em Portugal cerca de 250 grandes barragens, com altura superior a 15 metros ou armazenamento superior a 1 hm3 (1 milhão de metros cúbicos). (ver barragens em Portugal)
Algumas destas barragens foram construídas a fim de criar armazenamentos de água capazes de garantir, nuns casos, o fornecimento de água para rega, e, noutros, o abastecimento público, sobretudo nas regiões de maior irregularidade de recursos, em particular no sul e no Interior.” Fonte: Agência Portuguesa do Ambiente”.

“250 grandes barragens” já é muita barragem. Mas das duas uma, ou estão mal distribuídas pelos diversos rios que temos ou o sistema de gestão de todos estes recursos  hídricos não é feito como devido e como o país precisa.

Não terá sido um erro o abandono, em abril de 2016, da construção da barragem de Girabolhos/Bogueira no rio Mondego,  por decisão do atual governo?

O rio Dão, um rio típico de planalto,  nasce em Aguiar da Beira, tem um percurso de 97 Km, chega à barragem da Aguieira, próximo da Santa Comba Dão e tem como afluentes cerca de uma dezena de outros rios e ribeiras (rio Criz, rio Pavia, ribeira de Beijós,etc.).

Não daria para construir uma outra barrgem,  pequena ou média que fosse, a montante das Termas de Sangemil, no rio Dão?  Correndo aí num vale relativamente fundo e encaixado, talvez que os impactos ambientais e de inundação fossem aceitáveis e menores do que o impacto de “altear” a barragem de Fagilde, como que se tem falado.

António Abrantes, economista
Nov-2017

Ribeira de Beijós vai cheia

A ribeira de Beijós vai cheia.
A água corre, corre pelas encostas, pelos agueiros, pelos caminhos.


Tomara que a água  esperasse até Agosto. 
Faltam as represas de antigamente.

Cabras sapadoras essenciais para limpar corta-fogos

segunda-feira, 12 de março de 2018
O Secretário de Estado das Florestas e do Desenvolvimento Rural  Miguel Freitas deu uma entrevista na AgroVida de 2-Março-2018

Pelo que se entende, rebanhos de cabras sapadoras serão essenciais para a gestão do combustível florestal na rede primária de  "faixas de defesa da floresta", grandes "autoestradas" florestais com 125 metros de largura.

As áreas de intervenção prioritária serão definidas pelo ICNF.  
O Ministério da Agricultura vai fazer contratos (de prestação de serviços) a 5 anos, com 
* o detentor de rebanhos de cerca de 200 cabras; ou 
* o detentor de terrenos florestais de 100-200 hectares 
(encabeçamento de uma cabra/hectare, de pastagem, não estabuladas)
O Ministério vai contribuir com subsídio para complementar o rendimento do proprietário e do pastor e assim remunerar a prestação de serviços eco sistémicos (ver abaixo).
  • 120 euros /hectare, para 200 hectares no ano 1
  • 120 euros /hectare novo, para 200 hectares, mais 25 euros /hectare que mantém, no ano 2 e seguintes 
Com um rebanho de 200 cabras sapadoras omnívoras (bush eaters), o prestador de serviços vai gerir até 1000 hectares de faixa florestal, e receber até 200 mil euros em 5 anos.  Poderá haver também um subsídio adicional de até 2000 euros para uma cerca amovível por rebanho, a fim de concentrar a pastorícia e deixar as áreas mais limpas. 

O pacote orçamental  inicial consistirá em 3,5 milhões de euros para apoiar entre 20 e 30 rebanhos. Já existem experiências em curso em Rio Maior, Serra da Estrela, Gavião.   O programa piloto será aprovado provavelmente ainda este mês de Março. 

Note-se que o subsídio para estes serviços ambientais será proveniente to Ministério da Agricultura e Florestas mas as regras da limpeza das florestas são da competência do MAI Ministério da Administração Interna, e acordo com os objetivos defesa das pessoas e bens. 



Isto tem semelhanças com o esquemas de Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) ou eco sistémicos como definido pelas Nações Unidas
Este apoio financeiro à prestação de serviços de gestão de biomassa com cabras sapadoras destina-se a "comprar" ou remunerar a prestação de um serviço ambiental bem definido, que contribui para a sustentabilidade ambiental, mas que não tem sustentabilidade financeira e pode ser deficitário por si próprio.  
O subsídio PSA serve para complementar o rendimento do prestador, que tem de garantir a execução de um  serviço,  como a limpeza de matas e florestas, cujo benefício económico e ambiental é fortemente positivo a nível macro, da sociedade, mas que pode ser economicamente negativo a nível micro, do prestador do serviço. 

Isto é, o subsídio aplica-se quando os cabritos do ano não compensam andar a correr atrás das cabras durante 12 meses !

·       SMART subsidy, specific, measurable, agreed, realistic, time bound, subsídio inteligente, não avulso.
·       RBF Results based financing, financiamento por resultados verificáveis (limpeza de floresta) não por apenas por inputs (ex. compra das cabras


Cadastro Simplificado que beneficia apenas alguns municípios representa oportunidade perdida

terça-feira, 6 de março de 2018
Sistema de Informação Cadastral Simplificado - Balcão Único do Prédio - BUPi

A Lei n.º 78/2017, de 17 de agosto, criou o sistema de informação cadastral simplificado, bem como o Balcão Único do Prédio - BUPi.

O BUPi é uma plataforma destinada a facilitar a identificação dos proprietários das áreas em risco de incêndio e de promover a prevenção de fogos em defesa do meio ambiente, de pessoas e de bens.
O projeto piloto está a decorrer apenas em alguns dos municípios (que sofreram incêndios em Junho 2017). 
  • Alfândega da Fé
  • Caminha
  • Castanheira de Pêra
  • Figueiró dos Vinhos
  • Góis
  • Pampilhosa da Serra
  • Pedrógão Grande
  • Penela
  • Proença-a-Nova
  • Sertã
Quanto custa a georreferenciação? É gratuita se feita por um técnico público até 31 de dezembro de 2019.

Qual o custo do procedimento especial de registo de prédio rústico e misto omisso previsto na Lei n.º 78/2017, de 17 de agosto, do Cadastro Simplificado? Todos os atos praticados no âmbito deste procedimento especial de registo são gratuitos, incluindo nesta gratuitidade os documentos emitidos pelas entidades ou serviços da administração pública necessários a suprir as deficiências do procedimento.

Fonte http://www.dgterritorio.pt/noticias/sistema_de_informacao_cadastral_simplificado___balcao_unico_do_predio___bupi/

...e  Carregal do Sal ? E Tondela ? E Santa Comba Dão ? 

Parece  discriminatório e limitar a isenção de custos de registos apenas a parte do território nacional.   Proprietários do resto do país que pretenderem fazer permutas de prédios rústicos e terrenos contíguos, para acabar com o minifúndio, parcelas pequenas e dispersas,  ao abrigo do artº 1378, (alinea c) do Código Civil, não têm beneficio da isenção de custos do registo (2X€87,50).  
Isto é um preço proibitivo que  pode até exceder o valor das pequenas parcelas a trocar, agora queimadas e desnudadas. 

Para ultrapassar o problema do minifúndio, seria importante alargar a isenção de custos de registos para permutas de terrenos contíguos a todo o território nacional durante os anos de 2018 e 2019. Os peritos estão de acordo: Não haverá sustentabilidade das florestas e das aldeias sem emparcelamento. Outros países já o fizeram há décadas. 

Ver Minifúndio prejudica rentabilidade da agricultura e segurança das aldeias  http://antoniopovinho.blogspot.pt/2006/10/minifundio-continua-prejudicar.html

Beijós apresentou a banca mais colorida na Feira da Pinha

quinta-feira, 1 de março de 2018


Beijós, a Aldeia que Trabalha esteve muito bem representada na Feira da Pinha e do Pinhão, a 19-20 de Janeiro de 2018, em Carregal do Sal mostrando uma forte presença comercial em vários setores da economia local.

Depois dos incêndios de Outubro 2017, Beijós continua a mostrar o que vale.








- Havia uma banca colorida cheia de produtos locais, sobretudo hortícolas


- Havia a representação das Casas da Fraga e da Dão Experience que recebe visitantes para um turismo rural bem apreciado

















- Havia os Viveiros Valter a representar os viveiristas, onde se podia aprender algo sobre a plantação de pinheiros, de vinha e outros.


Aprendemos alguma coisa sobre a plantação e enxertia do pinheiro manso a falar com os viveiristas e os comerciantes de pinha.














Os enchidos e o vinho Dão deliciavam as Confrarias.



Cabanas de Viriato focou o turismo cultural em redor da grande história de Aristides de Sousa Mendes.













O Programa, centrado mais no folclore do que no comércio ou no conhecimento,  chamava mais à Festa do que a  Feira. 


Mas Feira é FEIRA  ! 

Toca a comerciar. 



Campos vestem-se de verde para dar as boas vindas ao Novo Ano de 2018

domingo, 31 de dezembro de 2017
A chuva ainda é pouca mas já os campos se vestem de verde para receber o ANO NOVO

VERDE ESPERANÇA 
... apesar da corôa florestal continuar castanha e negra. 

Votos de um Bom Ano de 2018 a todos os beijosenses e amigos aquém e além fronteiras.  

Concurso Plano para UMA Floresta Sustentável - Beijoz+VERDE, entrega de trabalhos até 20-Fevereiro

domingo, 24 de dezembro de 2017
Nova data limite para entrega: 20-Fevereiro-2018

Contactos: Associação ACDB, soroptimistestorilcascais@gmail.com, beijozxxi@gmail.com

Regulamento:  http://soroptimistapt.blogspot.com/2017/12/concurso-plano-para-uma-floresta.html

Concurso Regulamento: Plano UMA Floresta Sustentável Beijoz+VERDE até 20-Fevereiro

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017
Planta a tua Ideia  para uma Aldeia+VERDE!


Concurso de Ideias: Plano para UMA Floresta Sustentável
para a Freguesia de Beijós, Carregal do Sal

...REGULAMENTO ...  Data de entrega alterada para 20-Fevereiro 

A Associação Cultural e Desportiva de Beijós (ACDB) e o clube Soroptimist International Estoril Cascais (SIEC) organizam o Concurso de Ideias para um “Plano para UMA Floresta Sustentável para recuperar as florestas das aldeias, e criar um “Beijós+VERDE”.

Objetivos
O Concurso, de âmbito nacional, tem como objetivo principal sensibilizar os jovens, os estudantes do ensino superior e as populações locais para a problemática da Sustentabilidade, através da elaboração e discussão de trabalhos e de novas abordagens sobre como criar e gerir UMA Floresta Sustentável ao nível da aldeia.

Com esta iniciativa pretende-se também contribuir para a mobilização das populações locais, para o conhecimento e adesão a boas praticas e para a criação de soluções necessárias e possíveis, tendentes a melhorar a sustentabilidade da floresta local e a diminuir os riscos inerentes, a fim de apoiar a recuperação dos meios de subsistência individuais e coletivos, centrados na agricultura, pastorícia e floresta.

Dirigido a aldeias fortemente ameaçadas e prejudicadas pelos incêndios de 2017, este Concurso é um o contributo para a primeira fase de um processo de reflorestação sustentável, e para a conjugação de esforços e criação de consensos em torno de um Plano de Reflorestação a implementar em fases posteriores.

Destinatários e Como Concorrer
O Concurso de Ideias visa um Plano para UMA Floresta Sustentável e está aberto a jovens dos 18 aos 45 anos. Os trabalhos poderão ser apresentados individualmente ou equipas de até 3 elementos, caracterizadas pela diversidade de género e de especialidade, desde que um dos membros seja estudante do ensino superior.

Os participantes devem apresentar os trabalhos sob a forma de relatório com o máximo de 15 páginas, excluindo anexos. Os trabalhos poderão ser complementados por material ilustrativo adequado (vídeo, imagens, gráficos, mapas GIS, Powerpoint, etc.).
Os autores dos 5 Trabalhos melhor classificados pelo Júri serão convidados a apresentar as suas propostas em sessões locais de discussão e consulta pública.  
Os trabalhos deverão ser enviados por correio eletrónico, para o Clube Soroptimist Estoril Cascais, soroptimistestorilcascais@gmail.com , até 20-Fevereiro de 2018.

Prazos e Calendário
4 –Dezembro-2017– anúncio do Concurso e divulgação nos blogs do Clube e da aldeia
Até 6-Janeiro-2018 – visitas de campo e esclarecimentos por e-mail
Até 20-Fevereiro- 2018 - entrega por e-mail para soroptimistestorilcascais@gmail.com
Fevereiro  2018  - análise pelo Júri e seleção de 5 Trabalhos finalistas
Março-2018, dia a confirmar - apresentação e discussão pública nas aldeias
Março-2018 – seleção do Trabalho vencedor, Cerimónia pública de entrega e pagamento do Prémio

Júri do Concurso
·         Membro do Clube Soroptimist International Estoril Cascais, presidente 
·         Membro da Associação Cultural e Desportiva de Beijós
·         Membro da Junta de Freguesia de Beijós, Município de Carregal do Sal
·         Especialista em gestão florestal e desenvolvimento rural sustentável
·         Especialista em proteção civil, gestão de riscos ambientais, ordenamento do território

As decisões do Júri são irrevogáveis e não sujeitas a recurso. O Júri não atribuirá prémios caso entenda que os trabalhos não têm a qualidade necessária, ou não respondem aos pressupostos e objetivos estabelecidos neste Regulamento; poderá, no entanto, e em casos excecionais, atribuir Menções Honrosas não pecuniárias.
Os concorrentes serão avisados por e-mail sobre os resultados deste Concurso.

Critérios de Seleção
- Qualidade técnica
- Exequibilidade e interesse e apropriação pelos beneficiários locais
- Considerações sociais e jurídicas, tradições, cultura e demografia.
- Sustentabilidade ambiental, sustentabilidade económica e sustentabilidade social
- Apresentação

Os trabalhos a apresentar deverão focar as potenciais soluções técnicas com melhor impacto e exequibilidade no futuro em termos económicos e sociais, a fim de evitar os custos socioeconómicos da gestão florestal deficiente e melhorar a relação de custo/beneficio para as populações e para a prevenção de calamidades com base na floresta.

Prémios
O prémio no valor de 1 500 EUR será atribuído ao melhor Trabalho, contribuindo para o desenvolvimento profissional do(s) vencedor(es).
Os outros quatro Trabalhos finalistas beneficiarão de um subsídio de EUR 125 cada, para reembolso de despesas de deslocação ao terreno.  

Poderá haver um reconhecimento especial, para “professor assessor” do trabalho vencedor.

Promotores e Patrocinadores
- Organização e patrocínio do Clube Soroptimist Internacional Estoril Cascais
- Organização da Associação Cultural e Desportiva de Beijós  
- Participação da Junta de Freguesia de Beijós   

Conteúdos dos Trabalhos
Os trabalhos premiados, incluindo as menções honrosas, serão propriedade das entidades organizadoras, podendo ser utilizados ou publicitados por elas desde que se salvaguarde a indicação do autor ou autores. Os concorrentes premiados renunciam, desde já, a quaisquer direitos autorais, nos termos deste Regulamento.

Os trabalhos não premiados serão devolvidos, no prazo de 30 dias após decisão do Júri.

Todas as dificuldades práticas de interpretação e aplicação do presente Regulamento serão decididas pelas entidades organizadoras, sem direito a recurso. A candidatura a este Concurso implica a aceitação plena, pelos concorrentes, do presente Regulamento.

Entrega de Trabalhos a Concurso
Os concorrentes devem enviar um original digital do Trabalho a Concurso para o e-mail soroptimistestorilcascais@gmail.com até 20-Fevereiro-2018, e um original em suporte físico a enviar para morada a indicar. 
Devem ainda juntar numa folha em envelope separado os seguintes dados pessoais:
-           Título do Trabalho
-           Nome completo dos elementos da equipa
-           Data de nascimento
-           Morada
-           Telefone e telemóvel
-           Endereço electrónico
-           Curso que está a frequentar ou profissão que está a exercer
-           Estabelecimento de ensino atual ou o mais recente
-           Declaração da frequência do ensino superior de pelo menos um dos elementos
-           Evidência da(s) visita(s) ao terreno, datas, etc

Contexto: Freguesia de Beijós, Carregal do Sal
A freguesia está centrada numa aldeia milenar de forte vocação agrícola, situada em volta de um vale habitualmente verde alimentado por ribeiras que desaguam no rio Dão. Com as outras aldeias de freguesia, incluindo Pardieiros, Póvoa da Pegada e Póvoa de Lisboa, com as povoações de Penedo, o Sobral e Cabanas de Viriato, formam uma pequena bacia hidrográfica que foi fortemente prejudicada nos incêndios de Outubro 2017. O cerco dos fogos fez perder animais, máquinas e alfaias agrícolas, videiras, oliveiras e outras árvores de fruto, instalações agrícolas, casas de habitação e floresta de pinho, eucalipto e carvalho numa área muito extensa de mais de 60% da área. A população residente passou momentos de grande aflição na noite de 15 para 16 de Outubro-2017, mas combateram os fogos com coragem e eficácia, defendendo as suas casas e limitando as perdas, ainda que bastante significativas, apenas a bens materiais. Praticamente todas as famílias sofreram prejuízos causados pelo fogo voraz.

Quase todas as famílias mantêm atividade agrícola e florestal em minifúndio, seja como pequenos agricultores de subsistência, sobretudo no caso das mulheres ou como agricultores profissionais. Apesar de haver um boa quantidade de maninhos públicos, as soluções para UMA Floresta Sustentável têm de ser orientadas sobretudo para a cooperação entre os mais de 400 proprietários florestais privados, muitos dos quais mulheres, idosos ou ausentes em Portugal ou na diáspora.

Áreas e Temas a considerar
Este Concurso é aberto a todas as especialidades, nomeadamente qualquer das seguintes áreas de estudo:
·         Agronomia, gestão agrícola e florestal, desenvolvimento rural, agricultura tradicional de subsistência
·         Sociologia, demografia, questões de género, comunicação, organizações, associativismo
·         Ambiente, alterações climáticas e gestão de ecossistemas e recursos ambientais e Ordenamento do território, gestão municipal 
·         Direito de sucessão, legislação rural, fiscalidade e notariado
·         Economia, boas práticas de gestão de explorações agrícolas e florestais, gestão de riscos, seguros, turismo, marketing
·         Segurança pública, criminalidade ambiental e fiscalização, justiça
·         Gestão de riscos, alterações climáticas, segurança pública e proteção civil

Informação e Contactos:  soroptimistestorilcascais@gmail.com
Blog Soroptimista PT http://soroptimistapt.blogspot.com  
Blog  Beijós XXI http://beijozxxi.blogspot.com
Facebook Associação de Beijós https://www.facebook.com/ACDB1948/