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Notícias de Beijós: Beijoz VAI renascer, o vale todo +VERDE

quarta-feira, 15 de novembro de 2017
Os eventos dramáticos de Outubro 2017 fazem recordar os motivos porque foram criados os primeiro blogs da aldeia de Beijós ainda em 2005, para informar os beijosenses residentes e na diaspora e para promover as ligações na comunidade.

Desde então, boa parte da conversas digitais passaram para o Facebook, que sendo mais privado acaba por excluir alguns.  As falhas de telecomunicações devido ao incêndio também causaram angústia para aqueles que estão mais longe.

Sabemos que a aldeia milenar de Beijós esteve cercada pelas chamas, mas que resistiu ao longo da madrugada e do dia de segunda-feira, desde pouco depois da meia-noite de domingo, até depois da meia-noite de terça-feira, graças ao grande esforço dos valentes residentes.   Os seus testemunhos são dignos de ouvir, de partilhar, de apreciar.

Há muitas imagens incríveis, que devemos preservar para honrar a coragem de quem passou um momento que nunca mais esquecerá. É difícil, mas é importante não esquecer, para precaver.

Para quem ainda não viu, fica aqui um video de Ricardo S. com uma vista aérea fantástica, para inspirar o esforço de recuperação e renovação, que continua.

Para que Beijós volte a ser um vale todo +Verde. 

Beijoz com Segurança Alimentar

domingo, 24 de agosto de 2014
Diz um artigo do Publico que " Em Portugal 15 a 20% das pessoas saltam refeições por não terem dinheiro", http://www.publico.pt/sociedade/noticia/em-portugal-15-a-20-das-pessoas-saltam-refeicoes-por-nao-terem-dinheiro-1667273 
Num momento em que os jornais falam de pessoas a faltar refeições em Portugal, Beijós demonstra como  continua a garantir a segurança alimentar.

Os campos férteis da aldeia dão trabalho, mas compensam !
A colheita começou pelas batatas e continua pelo verão e outono dentro.

Em Beijós, quem trabuca ... manduca!

Porquê comer local ?

domingo, 22 de junho de 2014
Em países como a França começa-se a dar importância à agricultura de proximidade, comprando alimentos nos mercados locais.  

Um dos objectivos é reduzir as distâncias percorridas pelos produtos, e a respectiva  pégada de carbono. Hoje, o alimento que comemos, muitas vezes viajou milhares de quilômetros antes de chegar a nossos pratos. 

Mas o transporte está a gerar uma quantidade considerável de emissões de gases de efeito estufa, que contribui para a mudança climática que estamos experimentando atualmente. Por exemplo, um estudo realizado por um estudante alemão, em 1993, e tinha mostrado que   um pote de iogurte de morango comprados em supermercados pode viajar 9 000 kms  ! 

Assim, comprar alimentos produzidos localmente contribui para reduzir o impacto negativo do transporte de mercadorias no ambiente. 

Há outras razões para compras aos agricultores vizinhos:  
Reduzindo distâncias também garante a frescura dos produtos.
Comprar localmente promove o dinamismo e a criação de emprego no território, e representa uma 
resposta local aos desafios globais.  

Por algum motivo a França está entre os maiores exportadores de alimentos, enquanto Portugal continua muito dependente de alimientos importados


Protestos contra o preço da água

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Cidadãos contra "preço exorbitante da água" fornecida pela Águas do Planalto
Lusa           18 Dez, 2013
Um movimento de cidadãos está a preparar um conjunto de iniciativas para contestar o "preço exorbitante da água" praticado em Tondela, Santa Comba Dão, Mortágua, Carregal do Sal e Tábua, concelhos servidos pela empresa Águas do Planalto.
Em declarações à agência Lusa, um porta-voz do movimento, Ângelo Ferreira, revelou que decidiram juntar esforços para lutar contra os elevados preços da água, que chegam a ser "mais do dobro da média praticada nos restantes concelhos do distrito de Viseu".
Para já, têm em curso "uma petição `online` que conta já com mais de mil assinaturas" e "vários cadernos para recolha de assinaturas espalhados por estabelecimentos comerciais dos concelhos de Tondela, Santa Comba Dão e Mortágua".
No sábado, apresentarão outro tipo de iniciativas, que pretendem chamar a atenção das câmaras municipais envolvidas e também da empresa Águas do Planalto.
"Este movimento está a crescer e é o princípio de uma luta que só vai parar quando procederem à revisão dos preços da água nestes concelhos", sustentou.
Ângelo Ferreira contou que a empresa Águas do Planalto ganhou o concurso de abastecimento de água em 1997 por um período de 15 anos.
"Seguiu-se depois um aditamento para mais 30 anos, sem que tivesse lugar novo concurso público. De 2007 para cá os preços duplicaram", referiu.
De acordo com o líder do movimento, se em 1997 o preço por metro cúbico (m3) no escalão de 6 a 10 m3 era de 0,39 cêntimos, em 2007 passou a ser taxado a 0,88 cêntimos.
"É um escândalo o preço que passou a ser praticado. Por isso, as pessoas estão revoltadas", alegou.
Referiu ainda, a título de exemplo, que um consumidor do concelho de Tondela paga mensalmente 15,41 euros por 10 m3 de água, enquanto que um consumidor de Viseu paga 8,12 euros e um consumidor de Penedono 2,60 euros.
A agência Lusa tentou, sem sucesso, obter uma reação da administração da empresa Águas do Planalto.
 Carregal Sal, Viseu, Serviço Público
Fonte: http://www.rtp.pt/noticias/index.php?article=703980&tm=6&layout=121&visual=49 
Águas do Planalto S.A.
Estação de Tratamento de Água
3464-004 Mosteiro de Fráguas - Tondela - Portugal
Tel. Geral: 232 819 240    Tel. Atendimento a Clientes: 808 200 219
Fax: 232 819 259   E-Mail - aguasdoplanalto@lusagua.pt
REGULADOR:  www.ersar.pt/

Combustiveis "Low Cost"

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

Para quem ainda tinha duvidas e possa interessar, a DECO fez um estudo acerca da qualidade dos combustíveis.

Low cost, regular ou premium: escolha o gasóleo mais barato. É tudo igual ao litro. Para acabar com as dúvidas, foram testadas 4 marcas de gasóleo.

Foram usados 4 combustíveis – Galp Gforce, Galp Hi-Energy, Jumbo e Intermarché – e utilizados 4 carros iguais.

Durante um mês, quatro pilotos profissionais conduziram os carros até cada um marcar os 12 mil quilómetros.

Os abastecimentos foram efectuados em postos de combustivel diferentes.  

                                Veredicto final no laboratório


Medidos os consumos foi registada uma diferença sem significado. Foi tambem identificado um efeito semelhante na acumulação de depósitos e no desgaste do núcleo vital do motor.


Veja os pormenores e os videos em http://www.igualaolitro.pt/


Veja tambem este outro documentário: http://www.youtube.com/watch?v=FhpMLkAuzXA

Crise - Será que é possível viver sem dinheiro?

terça-feira, 6 de março de 2012
Viver sem dinheiro afinal é possível. Pelo menos para Mark Boyle, economista e ex-empresário que optou pelo ‘back to basics’.

Será que é possível viver sem dinheiro neste mundo consumista onde tudo (ou quase tudo) parece ter um preço? Não parece real que alguém viva sem dinheiro. "Isso é impossível" dirá o leitor mais céptico. O certo é que Mark Boyle, economista e antigo empresário, vive há três anos "sem ver a cor do dinheiro."

Foi uma opção. Estudada. Dia 29 de Novembro de 2008, Mark Boyle virou costas aos hábitos de vida dos nossos dias e embarcou numa viagem comandada pela auto-suficiência, pelas trocas directas, pela casa de banho de compostagem, pela pasta de dentes de choco e por um mundo de iguarias sazonais onde até a solidão foi (recentemente) trocada pela companhia de quem partilha o mesmo estilo de vida. Ao estilo "amor e uma caravana", Boyle vive numa quinta em Bristol, Inglaterra, sem mexer num tostão.

Porquê sem dinheiro?
"O dinheiro é um pouco de amor. Passamos toda a nossa vida atrás dele, contudo, apenas alguns de nós compreendem o que ele é realmente". É nestes termos que Boyle justifica a sua opção. E responde depois à questão que se impõe: é difícil?

"Percorrer o caminho de uma vida sem dinheiro é como percorrer uma floresta virgem a meio da noite sem lanterna. (...) Não fazemos ideia do que está à nossa frente ou o quanto devemos caminhar. Todavia caminhamos. Inevitavelmente, tropeçamos, caímos, magoamo-nos, mas levantamo-nos de novo. (...)" escreve Boyle em "O Homem sem Dinheiro", obra recém lançada em Portugal. Segundo o autor, o livro "é um esboço do mapa da floresta. A vida sem dinheiro é uma aventura. E, tal como qualquer aventura, é preciso, de tempos a tempos, deixar o mapa de lado e ver onde o caminho vai dar", diz.

Fundador do Freeconomy, movimento que ajuda as pessoas a relacionarem-se nas comunidades locais através do simples acto de partilha, Boyle tem cada vez mais seguidores por todo o mundo. Só na sua página na web (justfortheloveofit.org) são mais de 30 mil.

Sempre com um grande sentido de humor, Mark Boyle participou via telefónica no programa do ETV "Ideias em Estante" dedicado ao tema "Vida: Como nos podemos reinventar". O convidado foi Manuel Forjaz, consultor e amigo do autor (fomos nós que telefonamos; o autor tem telefone apenas para receber chamadas; carrega-o com luz solar).

Confessando que "nunca foi mais feliz", Mark Boyle não nega que sente falta de algumas coisas que o mundo do dinheiro lhe proporcionava. "Ir até a um ‘pub'" é algo de que este Irlandês sente falta!"

Apesar do seu caso não ser novo, o lançamento do seu livro este mês em Portugal e a conjuntura económica e ambiental do mundo levam a pensar no tema.

Pensamentos Finais
"Estamos num ponto crucial da história. Não podemos ter carros velozes, computadores do tamanho de cartões de crédito e outros aparelhos modernos e em simultâneo dispor de ar puro, florestas abundantes, água potável fresca e um clima estável. Esta geração pode ter uma coisa ou outra, mas não ambas. A humanidade tem de fazer uma escolha. Ambas têm um preço. Parafernália ou natureza? Se se fizer a escolha errada, a próxima geração pode vir a não ter escolha", pode ler-se no livro de Boyle.

Fonte: http://economico.sapo.pt/noticias/sera-mesmo-que-e-possivel-viver-sem-dinheiro_137918.html

Literacia financeira e a crise

sábado, 11 de fevereiro de 2012
Portugal é (um dos) países mais endividados da Europa
Até meados dos anos 1990s, havia pouca experiência de crédito em Portugal.  Assim esta é a primeira geração a ter acesso fácil ao crédito, fora do antigo “rol de fiados” na mercearia do bairro. 
Por isso somos novatos no crédito.  E como um motorista inexperiente ao volante de um Ferrari, somos um “perigo na estrada”.
-  O crédito automóvel era proibido até 1992-3
-  O crédito à habitação era muito escasso e condicionado.  Em 1992, mais de metade das casas vendidas eram pagas a pronto pagamento
- O crédito ao consumo e os cartões de crédito eram sujeito a um imposto do selo especial superior a  7%.
Agora vamos todos ter que fazer uma desalavancagem forçada, vamos ter que voltar a esses tempos,  reaprendendo as lições fundamentais da literacia financeira.  


As questões financeiras podem ser organizadas em quatro grandes temas:

1. Orçamento familiar, rendimentos e despesas e gestão de prioridades Só 25% das crianças têm semanada ou mesada, as outras “vão pedindo”, por isso não aprendem a gerir o seu orçamento. Agora é necessário reduzir no consumo supérfluo, mantendo o investimento. Por exemplo, uma ida ao dentista é um investimento na saúde, uma ida ao cabeleiro é consumo não essencial.

 2. Gestão de riscos financeiros que podem afectar a família, como a taxa de juro variável no crédito à habitação, quedas inesperadas nos rendimentos, perda de clientes, desemprego, doença, através de seguros, ou através um bom pé de meia para aguentar os maus momentos

 3. Gestão do crédito e do endividamento em função do rendimento disponível e da taxa de esforço, prestação sobre o rendimento mensal (rácio de cobertura de serviço de dívida) e da aavancagem, passivos totais sobre o rendimento disponível anual. Neste momento, muitas famílias não conseguem continuar a pagar o crédito à habitação e vêm-se obrigadas a entregar a casa ao banco, uma dação em pagamento. Mas se o valor da casa for inferior ao saldo em dívida, há bancos que obrigam o mutuário a pagar o remanescente como um crédito pessoal, com fianças e taxas elevadas. Nos Estados Unidos, os clientes "subprime" conseguem livrar-se da dívida excessiva com o mecanismo semelhante de "short sales", partilhando a perda com o credor. O crédito ao consumo deveria ter fortemente restringido. A palavra de ordem para os cartões de crédito é CORTAR.

4. Poupança, pois o que conta não é o que se ganha, mas sim o que se guarda. É preciso poupar, isto é deixar de consumir, para investir, para aguentar os altos e baixos, para poupar para a terceira idade, inclusive para suportar algumas despesas de saúde. Não podemos depender totalmente do Estado, da Segurança Social e do Serviço Nacional de Saúde, temos que ter alguma autonomia financeira. É necessário promover a poupança com taxas de juro de depósitos positivas em termos reais, e com um fundo de garantia de depósitos que deveria ser europeu e não apenas nacional.


Em resumo, podemos bem recuperar a literacia financeira patente nos provérbios e ditados populares. 
Quem compra o que não pode, vende o que não quer.
Quem tudo quer tudo perde.
Poupe hoje, ou trabalhe amanhã.
Mariana Abrantes de Sousa
PPP Lusofonia

Feliz 2012

sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

Lagosta à beijosense anima a festa

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
Com esta crise, aqui envio uma receita  barata para comer lagosta à     “moda” da TROIKA!!!

Escusam de agradecer.

BOM APETITE…e um Bom Ano de 2012!



Fonte:  Rg Abrantes
Disfrute a Cenoura de Beijoz   

Se o Pai Natal fosse chinês

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011
 Se o Pai Natal fosse chinês, não podíamos depender mais da China para alegrar as nossas festas. Depois do bacalhau (da Noruega), a consoada continuou animada com os brinquedos, os telemóveis e até as camisolas, quase tudo … “made in China”. 
Por isso o comércio bilateral Portugal-China está cada vez mas desequilibrado, com um défice comercial insustentável de 1.336 milhões de euros em 2010.
Por este andar, a recente venda da participação de 21,35% do Estado no capital da EDP por 2.693 milhões de euros vai dar para financiar o défice comercial bilateral PT-China durante só  mais dois anos. 

É caso para dizer,   vão-se as acções,   ficam as camisolas...

É que o Pai Natal não é chinês e não presentes.  Troca


Fonte: http://ppplusofonia.blogspot.com/2011/12/se-o-pai-natal-fosse-chines.html

Feliz Natal

sábado, 24 de dezembro de 2011
Calvin: Eu não entendo como o Pai Natal gere a sua actividade. Como é que ele paga os brinquedos que distribui? Como é que ele paga a matéria-prima que usa para produzir os brinquedos? Como é que ele paga aos elfos? Não tem receitas para cobrir os custos - como é que ele faz?
Hobbes: Deve operar em défice, acho.
Calvin: Claro. Mais cedo ou mais tarde isso vai rebentar e depois quero saber como é que eu fico?

Entrevista a Mariana Abrantes

terça-feira, 15 de novembro de 2011
O Negócios dedica hoje 3 págs a uma grande entrevista à beijosense Mariana Abrantes. Deixo aqui alguns extractos que me parecem dos mais relevantes.

«Temos que ser realistas: já demonstrámos que não conseguimos controlar bem empresas públicas, que não conseguimos controlar bem EPE, não conseguimos controlar autarquias e governos regionais. O que se controlou foi o Orçamento que ficou no controlo directo da DGO. Todas as modernices orçamentais abriram buracos

«Os critérios de Maastricht têm de ser revistos, por dois motivos. Primeiro, focam a questão errada – o nosso problema não é de dívida pública, mas de balança de transacções correntes. Por outro lado, criaram uma ilusão de disciplina orçamental, porque o défice até desce. Por exemplo, antigamente, a Refer não ia ao mercado ou ia muito pouco, e se quisesse fazer investimentos, recorria ao PIDDAC. Contava para a despesa e para a dívida pública. Com as novas regras criou-se uma ilusão de disciplina orçamental com estas empresas a endividarem-se directamente, tecnicamente fora da despesa e da dívida pública.»

«P. Está previsto que até Março uma consultora internacional faça uma análise das PPP que podem ser renegociadas...
R. Há 20 pessoas no Estado que poderiam fazer essa análise, não sei porque precisam de uma consultora internacional quando muitas têm conflitos de interesse pelo seu envolvimento no aconselhamento dos promotores e dos bancos nestes negócios.
P. Porque há pessoas no Estado com conhecimento e capacidade e que não estão a ser usadas?
R. Boa pergunta.»

Mariana Abrantes admite ainda que houve «erro de cálculo» ao pedir apenas 78 mil milhões [o que na altura foi denunciado por alguns especialistas que defendiam uma 'ajuda' maior]. Por outro lado, considera que o ajustamento [leia-se perda de poder de compra ] não está a ser rápido demais.