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quinta-feira, 9 de julho de 2015
A Dtrª. Maria Barroso, com um casal de Beijosenses.

Caminhada ACROP - 12 de Julho 2015

segunda-feira, 29 de junho de 2015

Com as desculpas da direcção pelos adiamentos, nova data para a caminhada da ACROP.



Ensinar consciência e tolerância, 16-Junho

terça-feira, 9 de junho de 2015
A exposição e mesa redonda sobre "Ensinar e aprender sobre o Holocausto a 16-Junho  foram divulgadas 
no blog Amigos de Sousa Mendes 

Carregal Do Sal Disputou Concurso Intermunicipal de Leitura


Quatro alunos do Agrupamento de Escolas de Carregal do Sal vão representar o Concelho na Final do Concurso Interconcelhio de Leitura, que se realizou no Centro Cultural de Tábua, no  o sábado, 6 de junho.
Os alunos Daniela Tavares e Mariana Chaves, do 1.º ciclo, e Pedro Figueiredo e Matilde Marques, do 2.º ciclo, vão dar o seu melhor perante os concorrentes dos concelhos de Tábua, Mortágua, Santa Comba Dão e Tondela para ganharem o Concurso promovido pelas Redes de Bibliotecas Escolares dos respetivos municipios.
A iniciativa, inspirada no Concurso Nacional de Leitura, visa promover na região o gosto pela leitura e o contacto com os livros, pelo que cada concorrente receberá um diploma de participação.
Os três primeiros classificados de cada escalão – 1º Ciclo do Ensino Básico e 2º Ciclo do Ensino Básico – serão os grandes vencedores e receberão prémios ofertados pelo concelho promotor.
quinta-feira, 4 de junho de 2015
Não à poluição química da Borgestena!

O caso da Borgestena, em Nelas, é o caso típico de alguém que quer ter lucros, bons lucros, à custa dos agricultores, pequenas parcelas agrícolas, muitas delas com hortas de subsistência, de muitas centenas ou milhares de pessoas que estão na bacia hidrográfica da Ribeira de Travassos, que inclui os campos férteis de Beijós mas que prossegue para o Rio Dão, onde desagua,  a próporia barragem da Aguieira, o Rio Mondego, até ao mar.
A poluição química provocada pela Borgestena é um crime de lesa propriedade mas é, também, um crime de saúde pública, contra os mais elementares direitos de milhares de pessoas em toda a bacia hidrográfica, e de defesa da qualidade da água até aqui excelente, da Ribeira de Beijós.
Os postos de trabalho da Borgestena não têm que ficar em causa. Aliás eles só terão futuro, as pessoas que lá trabalham só se podem sentir minimamente seguras, se a empresa fizer os investimentos que tem de fazer para deixar de poluir os cursos de água públicos.

E enquanto não for construida uma solução definitiva para os seus efluentes têm que ser levados para estações de tratamento, noutros locais, que as há. Custa dinheiro? Pois custa. Mas tem que ser a empresa a assumir esses custos e não os milhares de utilizadores da água pública das ribeiras e rios.

Os autarcas dos municipios de Nelas, de Carregal do Sal e Santa Comba Dão não podem ficar de braços cruzados à “espera que a tempestade passe”.  Também eles são responsáveis. Não é contemporizar com este desmando que defendem os interesses dos seus munícipes, mesmo que sejam trabalhadores destas empresas poluentes.


António Abrantes

Salvemos as ribeiras e os campos verdes de Beijós

Os montes e vales de Beijós são povoados há mais de 3.000 anos, segundo os vestígios milenares recolhidos no Museu Municipal de Carregal do Sal, graças sobretudo à abundância e à qualidade das águas das suas ribeiras e dos seus campos férteis.  

Mas o nossa ecologia é  frágil, especialmente quando sujeita aos abusos que se verificam a montante na bacia hidrográfica da Ribeira de Travassos, que inclui os campos férteis de Beijós mas que prossegue para o Rio Dão, onde desagua,  a própria barragem da Aguieira, o Rio Mondego, até ao mar.

Não há qualquer conflito entre os postos de trabalho numa empresa e o meio ambiente.  Aliás eles só terão futuro, as pessoas que lá trabalham só se podem sentir minimamente seguras, se a empresa fizer os investimentos que tem de fazer para deixar de poluir os cursos de água públicos. 
E enquanto não for construída uma solução definitiva, os seus efluentes devem ser canalizados  para estações de tratamento. Custa dinheiro? Pois custa. Mas tem que ser a empresa poluidora a assumir esses custos e não os milhares de utilizadores da água pública das ribeiras e rios.

Os autarcas dos municípios de Nelas, de Carregal do Sal e Santa Comba Dão não podem ficar de braços cruzados à “espera que a tempestade passe”.  Como reguladores e zeladores dos interesse público, também eles são certamente responsabilizados, politicamente e não só.  




Sanear o saneamento deve começar a montante

Estudo Sobre Sistemas De Drenagem E Tratamento De Águas Residuais Do Concelho Revela Imperativo De Intervenção
É urgente e imperativa uma intervenção de fundo ao sistema de drenagem e tratamento das águas residuais do Concelho.
A conclusão foi apresentada publicamente no início da reunião de Câmara da passada 6.ª feira, pelos técnicos da empresa a quem foi adjudicado o respetivo estudo – a Engidro.
Com mais de 35 anos de experiência no setor e com provas dadas no País e estrangeiro, a Engidro foi clara: “os sistemas de saneamento são extraordinariamente relevantes em termos de saúde pública e proteção ambiental “ e atualmente os do Concelho não cumprem a sua missão. O técnico que apresentou o estudo, António Jorge Monteiro, foi perentório: “as infraestruturas são antigas, obsoletas e algumas estão degradadas”. No cômputo das 21 estações de tratamento; 15 fossas séticas, e 2 estações elevatórias num total de 153km de rede de coletores e emissários, apenas 8 estações de tratamento têm o devido licenciamento, uma situação, que em face da legislação em vigor, é um claro incumprimento. 

Depois do diagnóstico, e de modo a construir-se um sistema mais eficiente e mais sustentado, a Engidro analisou 2 eventuais soluções, tendo em conta as características próprias do Concelho no domínio do saneamento, contando, para tal, com a colaboração dos técnicos da Câmara Municipal.
Foram então colocadas duas hipóteses:
a) Alternativa de integração: agrupar o maior número de sistemas existentes de modo a diminuir o número de infraestruturas de tratamento e com isso introduzir escala ao serviço;
b) Alternativa local: reabilitação dos atuais sistemas de tratamento.
A primeira implica um investimento inicial mais avultado mas comporta custos mais reduzidos designadamente ao nível da operação/manutenção pelo que o executivo optou por esta alternativa. Esta alternativa foi ainda alvo de estudo de viabilidade económica e financeira, o qual foi também apresentado na referida sessão.