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Rio Dão vai cheio

sábado, 17 de março de 2018
Ainda não é neste ano de 2018  que se consegue regularizar o caudal do rio Dão.  

A água que agora ronda as caves das casas de Sangemil em Março, vai fazer muita falta nos prados em Agosto. 




VER Gestão do Rio Dão - Das Cheias à Seca Extrema

 A água, das cheias catastróficas à seca extrema 

Portugal, em boa medida, é um país de extremos climáticos.

Vários meses praticamente sem chover e, quase todos os anos, há cheias e inundações, algumas com danos catastróficos.
Dizem-nos, isto é próprio de um clima mediterrânico, que é o nosso. É verdade.

“Fazer” chover um pouco todos os meses, evitar tempestades de fogo como foi o caso dos grandes incêndios deste ano - o furacão Ophélia espalhou, em poucas horas, o fogo por metade do país, o fogo que alguém ateou, reduzir as situações de seca  extrema, não vai ser fácil, no futuro. Direi que o que aconteceu e está a acontecer este ano vai voltar, e disso não podemos fugir.

Um  país não pode mudar a sua latitude no contexto do globo terrestre mas poderá, com conhecimento, engenho e arte, minorar os efeitos negativos da sua situação geográfica, tomar essa situação como um dado e adaptar-se de modo a reduzir  esses efeitos negativos.´

Este clima mediterrânico também tem aspectos muito positivos. É o caso do nosso SOL, que atrai turistas de muitas paragens, são as temperaturas amenas, etc. E como não se pode ter  o sol na eira e a chuva no nabal ao mesmo tempo, há que saber viver com as situações e prepararmo-nos melhor para elas.

Considero muitíssimo importante que os responsáveis pela gestão da água venham a público falar sobre estes problemas cadentes e que tocam a todos.

Depois dos grandes incêndios recentes, os riscos sobre a poluição das águas superficiais, em resultado do arrastamento das cinzas que as chuvas vão provocar, precisam de ser ponderados, discutidos e de medidas que reduzam os seus efeitos. Será que a água que bebemos vai ter, nos próximos meses,  a qualidade que todos esperam?

Começa a ser por demais evidente que o país precisa de ser alertado, diria mesmo abanado,  para a necessidade de poupar, usar com parcimónia (como diz o ministro do ambiente), cuidar da qualidade desse recurso essencial água que continua a não ser satisfatoriamente gerido (está à vista) em termos de custos e de quantidade presente e futura.

Como é que se conjuga esta seca extrema e agora a despesa enorme em transporte de água com as cheias que todos os anos acontecem  em muitos dos rios deste país, nomeadamente nas bacias do Dão e do Mondego?

“Existem em Portugal cerca de 250 grandes barragens, com altura superior a 15 metros ou armazenamento superior a 1 hm3 (1 milhão de metros cúbicos). (ver barragens em Portugal)
Algumas destas barragens foram construídas a fim de criar armazenamentos de água capazes de garantir, nuns casos, o fornecimento de água para rega, e, noutros, o abastecimento público, sobretudo nas regiões de maior irregularidade de recursos, em particular no sul e no Interior.” Fonte: Agência Portuguesa do Ambiente”.

“250 grandes barragens” já é muita barragem. Mas das duas uma, ou estão mal distribuídas pelos diversos rios que temos ou o sistema de gestão de todos estes recursos  hídricos não é feito como devido e como o país precisa.

Não terá sido um erro o abandono, em abril de 2016, da construção da barragem de Girabolhos/Bogueira no rio Mondego,  por decisão do atual governo?

O rio Dão, um rio típico de planalto,  nasce em Aguiar da Beira, tem um percurso de 97 Km, chega à barragem da Aguieira, próximo da Santa Comba Dão e tem como afluentes cerca de uma dezena de outros rios e ribeiras (rio Criz, rio Pavia, ribeira de Beijós,etc.).

Não daria para construir uma outra barrgem,  pequena ou média que fosse, a montante das Termas de Sangemil, no rio Dão?  Correndo aí num vale relativamente fundo e encaixado, talvez que os impactos ambientais e de inundação fossem aceitáveis e menores do que o impacto de “altear” a barragem de Fagilde, como que se tem falado.

António Abrantes, economista
Nov-2017

Beijós aparece no Google maps em imagens a 360º

segunda-feira, 17 de junho de 2013



Como é apanágio da Google, nas magníficas fotos a 360º, as pessoas aparecem com a cara desfocada, mas...

nós que as conhecemos, conseguimos identificar algumas!!!



nota engraçada, nas termas de Sangemil, o carro fotográfico da Google enganou-se no caminho e foi ter à estrada sem saída para baixo dos balneários termais.

eh eh
muita tecnologia e tal, mas também se perdem. :)

Sangemil vai ter melhoramentos

segunda-feira, 19 de março de 2012
Segundo “O farol da nossa terra”, o municipio de Tondela planeia construir novas instalações para o balneário da Termas de Sangemil.
 É uma óptima notícia. Falta saber quando, como e o que mais se segue para requalificar o urbanismo envolvente de modo a melhorar a qualidade de todo o complexo termal e habitacional, a belíssima e elegante ponte de granito, sem esquecer a praia fluvial e a qualidade da água do rio Dão.

Nunca percebi porque é que nunca houve uma efectiva promoção, a nível do país, das Termas de Sangemil. Será porque se reconhecia que as instalações, embora perfeitamente utilizáveis, não ofereciam uma qualidade satifatória para forasteiros de além-Dão?

Requalificar, melhorar, tornar mais atractivas e divulgar mais e melhor as TERMAS de SANGEMIL é realmente preciso, diria mesmo, urgente. Oxalá que tão boas intenções não passem de algum “eventual” inicio de campanha eleitoral local (já que o sonho futebolístico-federativo ficara pelo caminho) somente para encher o olho a quem de direito.

 A. Abrantes

Nota: A época das termas começou a 15-Março-2012, ver detalhes de contacto em http://antoniopovinho.blogspot.pt/search/label/Sangemil

Foto - Sangemil

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Rio Dão - Caldas de Sangemil

sábado, 9 de janeiro de 2010


No dia 24DEC2009 o Rio Dão em Sangemil levava bastante água, junto às margens viam alguns pescadores que tentavam a sua sorte.









No dia 29DEC2009, depois de uma noite especialmente chuvosa, vê-se o sinal de proibição a cães com cerca de 2 m, praticamente coberto.

Veja-se o campo de voleibol, parece próprio para pólo-aquático.

Quem disse que,
"As árvores não sabem nadar"






No dia 30DEC2009, apenas um dia depois e embora se mantivesse alguma chuva, o sinal já se apresentava em seco, vendo-se uma ilha no meio do Rio Dão.







Continua na Palheira do BXXI