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Plano Floresta Sustentável para uma Aldeia+VERDE, hoje 8-Maio, 19h

terça-feira, 8 de maio de 2018

Planta a tua Ideia para uma Aldeia+VERDE !
Os alunos da Escola Superior Agrária de Viseu responderam ao desafio.
E trazem uma equipa reforçada com professores da ESAV e especialistas da Quercus, para nos ajudar a preparar o futuro da nossa aldeia.   

 Não faltem !


Workshop: Plano para UMA  Floresta Sustentável para Beijós, Carregal do Sal
Data:           terça-feira, 8 de Maio, 19h00
Local:          Junta de Freguesia de Beijós



Rio Dão vai cheio

sábado, 17 de março de 2018
Ainda não é neste ano de 2018  que se consegue regularizar o caudal do rio Dão.  

A água que agora ronda as caves das casas de Sangemil em Março, vai fazer muita falta nos prados em Agosto. 




VER Gestão do Rio Dão - Das Cheias à Seca Extrema

 A água, das cheias catastróficas à seca extrema 

Portugal, em boa medida, é um país de extremos climáticos.

Vários meses praticamente sem chover e, quase todos os anos, há cheias e inundações, algumas com danos catastróficos.
Dizem-nos, isto é próprio de um clima mediterrânico, que é o nosso. É verdade.

“Fazer” chover um pouco todos os meses, evitar tempestades de fogo como foi o caso dos grandes incêndios deste ano - o furacão Ophélia espalhou, em poucas horas, o fogo por metade do país, o fogo que alguém ateou, reduzir as situações de seca  extrema, não vai ser fácil, no futuro. Direi que o que aconteceu e está a acontecer este ano vai voltar, e disso não podemos fugir.

Um  país não pode mudar a sua latitude no contexto do globo terrestre mas poderá, com conhecimento, engenho e arte, minorar os efeitos negativos da sua situação geográfica, tomar essa situação como um dado e adaptar-se de modo a reduzir  esses efeitos negativos.´

Este clima mediterrânico também tem aspectos muito positivos. É o caso do nosso SOL, que atrai turistas de muitas paragens, são as temperaturas amenas, etc. E como não se pode ter  o sol na eira e a chuva no nabal ao mesmo tempo, há que saber viver com as situações e prepararmo-nos melhor para elas.

Considero muitíssimo importante que os responsáveis pela gestão da água venham a público falar sobre estes problemas cadentes e que tocam a todos.

Depois dos grandes incêndios recentes, os riscos sobre a poluição das águas superficiais, em resultado do arrastamento das cinzas que as chuvas vão provocar, precisam de ser ponderados, discutidos e de medidas que reduzam os seus efeitos. Será que a água que bebemos vai ter, nos próximos meses,  a qualidade que todos esperam?

Começa a ser por demais evidente que o país precisa de ser alertado, diria mesmo abanado,  para a necessidade de poupar, usar com parcimónia (como diz o ministro do ambiente), cuidar da qualidade desse recurso essencial água que continua a não ser satisfatoriamente gerido (está à vista) em termos de custos e de quantidade presente e futura.

Como é que se conjuga esta seca extrema e agora a despesa enorme em transporte de água com as cheias que todos os anos acontecem  em muitos dos rios deste país, nomeadamente nas bacias do Dão e do Mondego?

“Existem em Portugal cerca de 250 grandes barragens, com altura superior a 15 metros ou armazenamento superior a 1 hm3 (1 milhão de metros cúbicos). (ver barragens em Portugal)
Algumas destas barragens foram construídas a fim de criar armazenamentos de água capazes de garantir, nuns casos, o fornecimento de água para rega, e, noutros, o abastecimento público, sobretudo nas regiões de maior irregularidade de recursos, em particular no sul e no Interior.” Fonte: Agência Portuguesa do Ambiente”.

“250 grandes barragens” já é muita barragem. Mas das duas uma, ou estão mal distribuídas pelos diversos rios que temos ou o sistema de gestão de todos estes recursos  hídricos não é feito como devido e como o país precisa.

Não terá sido um erro o abandono, em abril de 2016, da construção da barragem de Girabolhos/Bogueira no rio Mondego,  por decisão do atual governo?

O rio Dão, um rio típico de planalto,  nasce em Aguiar da Beira, tem um percurso de 97 Km, chega à barragem da Aguieira, próximo da Santa Comba Dão e tem como afluentes cerca de uma dezena de outros rios e ribeiras (rio Criz, rio Pavia, ribeira de Beijós,etc.).

Não daria para construir uma outra barrgem,  pequena ou média que fosse, a montante das Termas de Sangemil, no rio Dão?  Correndo aí num vale relativamente fundo e encaixado, talvez que os impactos ambientais e de inundação fossem aceitáveis e menores do que o impacto de “altear” a barragem de Fagilde, como que se tem falado.

António Abrantes, economista
Nov-2017

Faixa de Proteção contra Incêndios Rurais

Para quem ainda não teve acesso, eis aqui os folhetos da Câmara Municipal de Carregal do Sal sobre a Faixa de Gestão de Combustível para proteção das aldeias e das casas isoladas.

O trabalho de limpeza de matos continua, especialmente para criar faixas de corta-fogos.

As chuvas chegaram finalmente em Março a oferecer esperança para o fim da seca.

O rio Dão e as ribeiros vão cheios. Mas a água que ameaça inundar agora vai fazer falta em Agosto, para não falar de Julho, ou de Outubro.

Concurso Plano para UMA Floresta Sustentável - Beijoz+VERDE, entrega de trabalhos até 20-Fevereiro

domingo, 24 de dezembro de 2017
Nova data limite para entrega: 20-Fevereiro-2018

Contactos: Associação ACDB, soroptimistestorilcascais@gmail.com, beijozxxi@gmail.com

Regulamento:  http://soroptimistapt.blogspot.com/2017/12/concurso-plano-para-uma-floresta.html

Aldeia+VERDE: fundos para bons projetos de recuperação

domingo, 3 de dezembro de 2017
Comissária europeia Cretu confirma disponibilidade de fundos europeus para "bons projetos" de recuperação !

Planta a tua Ideia para uma Aldeia+VERDE !
Ver mais em  http://soroptimistapt.blogspot.pt/search/label/Aldeia%2BVERDE

03/DEZ/2017 Comissão Europeia tem os recursos mas precisa de bons projetos diz Corina Cretu - LUSA-INBOX - RTP Notícias
https://www.rtp.pt/noticias/lusa/comissao-europeia-tem-os-recursos-mas-precisa-de-bons-projetos-diz-corina-cretu_n1043898 2/2 LUSA-INBOX (http://www.rtp.pt/noticias/lusa )

Comissão Europeia tem os recursos mas precisa de bons projetos diz Corina Cretu
A comissária europeia para política regional, Corina Cretu, defendeu hoje que Bruxelas tem os recursos necessários e a disponibilidade para apoiar a reconstrução e a reforma da floresta portuguesa, mas frisou que também são necessários bons projetos.
Corina Cretu, também dirigente do Partido Social Democrata romeno, que na segunda-feira visita as áreas ardidas dos concelhos de Pedrógão Grande, Castanheira de Pêra e Figueiró dos Vinhos, falava aos jornalistas após ter sido recebida pelo primeiro-ministro, António Costa, em São Bento. Na reunião com António Costa, segundo fonte do executivo português, verificou-se "total sintonia de posições sobre o futuro da política de coesão", tendo também sido abordados assuntos como a revisão do Mecanismo Europeu de Proteção Civil, o Fundo de Solidariedade Europeu e a reforma da floresta portuguesa.

Perante os jornalistas, a comissária europeia referiu-se às mudanças projetadas para o Mecanismo Europeu de Proteção Civil e salientou que, em matéri
a de programas operacionais, Bruxelas dispõe de verbas para a reconstrução do território e das empresas afetadas pelos incêndios. "Foi ativado o fundo de solidariedade. Na segunda-feira, verei no terreno a devastação causada pelos incêndios", disse.

A comissária europeia prometeu depois "observar de perto a estratégia apresentada pelo Governo português para tornar mais resiliente a floresta uma mudança que não pode ocorrer numa noite e que leva bastante tempo". "Temos também de usar o dinheiro na prevenção e em medidas de combate às alterações climáticas.

Esperamos projetos de elevada qualidade", declarou. Neste ponto, Corina Cretu salientou sobretudo a importância da qualidade dos projetos a apresentar pelo Governo português para o programa de apoio europeu, depois da devastação causada pelos incêndios de junho e de outubro. "Há vários  e esta questão não tem apenas a ver com dinheiro. Dinheiro não é tudo. Precisamos de bons projetos e boa capacidade de gestão", afirmou a responsável do executivo de Bruxelas. A comissária europeia adiantou, embora salientando que não estava a referir-se em particular a Portugal, que há situações em que "há dinheiro disponível [em Bruxelas], mas que se encontra parado à espera de bons projetos". "É importante ter os recursos necessários, mas, igualmente, é preciso ter igualmente as medidas corretas", acrescentou.