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Explica-me a consciência como se eu fosse uma criança de 4 anos

sábado, 5 de junho de 2010
Foi na catequese que ouvi falar da consciência pela primeira vez, aos 7 ou 8 anos de idade.

Era uma ideia misteriosa.
Qual é a coisa que se sente, mas não se vê?
Que todos deviam ter, mas que nem todos têm?
Que não se pode comprar, mas que se pode vender?
Qual é a coisa que nos orienta, mas que não está escrita na sinalética?

Em casa, a consciência sentia-se mais nos castigos e raspanetes pelo mau comportamento, indesejado, que ia aprendendo, a duras penas, a distinguir do bom comportamento, desejado.

A consciência é essa bússola interna, que nos dá a capacidade de distinguir o bom do mal, sobretudo quando aliada à vontade e coragem de seguir pelo caminho do bem.

Como o Acto de Consciência de Aristides de Sousa Mendes ao decidir emitir vistos a todos os refugiados que procuravam desesperadamente sair da França em direcção a Portugal, em Junho de 1940, no início da Segunda Guerra Mundial.

É o 70º aniversário deste Acto de Consciência, de coragem e de altruismo de Aristides de Sousa Mendes, que vamos comemorar em cidades em todo o mundo na próxima quinta-feira, 17-Junho-2010. A Missa na Sé Catedral de Lisboa será às 19h.

Quando foi a última vez que sentiste a tua consciência?
Se uma criança de 4 anos te perguntar, consegues dar um exemplo da consciência a funcionar?
Para as catequistas, e não só, como se ensinam as lições da consciência?
VER o blog Amigos de Sousa Mendes e a Casa do Passal aqui ao lado em Cabanas de Viriato

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