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Beijoz vale bem uma caminhada
2023/06/02Vende-se casa perto de Beijoz
Casa em Canas de Senhorim
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Casa em Sobral
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Casa de brasileiro Arnaldo de Castro tem histórias
2023/04/27Mas os vestígios mais recentes estão ainda bem patentes, especialmente na via principal rua Abade Pais Pinto que foi modernizada e alargada no final do século XIX para ligar a estação do comboio em Oliveirinha às termas de Sangemil. Uma das casas mais vistosas é a casa de Arnaldo Pereira Alvares de Castro em Beijós, uma típica "Casa de Brasileiro", construída no século XIX "à moda antiga" por um emigrante beijosense bem sucedido no Brasil.
Arnaldo era filho de Albino Pereira d'Almeida e Castro e de Maria da Encarnação Coelho de Moura (sogros de Leão Coelho do Amaral). Neto paterno de João Pereira Álvares de Castro (Juiz de Paz em Cabanas?) e materno de Diogo Coelho de Moura".
Temas: Beneméritos de Beijós, Casas de Beijós, Construtores, História de Beijós, Parque, Restauro, Sousa Mendes
Carregal vai com a CIM Viseu Dão Lafões à BTL Bolsa de Turismo de Lisboa, 1-5 Março, FIL Parque das Nações
2023/02/28O município de Carregal do Sal vai estar com a CIM Viseu Dão Lafões na BTL Bolsa de Turismo de Lisboa, de 1 a 5 Março Março 2023, no Pavilhão 2 da Feira Internacional de Lisboa (FIL) Parque das Nações. A apresentação do Carregal está agendada para sábado, 4-Março, pelas 16:00.
com Evocação da cantora Dina Veloso
Sábado, 4-Março, 17:00 Município de Carregal do Sal, Degustação de Alheira com Pinhão, com Cogumelos Shitake, Enchidos, Queijo, Bolo Torto, Ginja Victor e Vinho do Dão
.Carregal do Sal vai focar a oferta nas vertentes deGastronomia e Cultura e Património. O Projeto CRAFT – Turismo Criativo, uma proposta de viagem pela história de arte, pela arqueologia e megalitismo, que coleciona informações úteis, mapas e glossário.
Os 14 municipios de Dão Lafões juntam-se para apresentar a Gastronomia e Vinhos com o novo Mapa dos Segredos Gastronómicos, um dos eixos centrais da programação da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões.
- Gastronomia e Vinhos e Enoturismo
- Turismo de Natureza e Desportivo / Saúde e Bem-Estar, Termalismo e Caminhadas
- Cultura e Património, Museologoia, Arqueologia, Música e festas tradicionais
Temas: Agenda 03_Março, Cultura, Enoturismo Dão, Festa na Aldeia, Naturalmente, Turismo
Beijós II raízes: festa do dia dos namorados em Beijós
2023/02/19Citam-se os expropriados de Beijoz, circa 1899
2022/12/18A construção da estrada nova (nº337) da estação de comboio de Oliveirinha às Caldas de Sangemil (S. Gemil), no fim do século XIX transformou Beijoz e implicou muitas expropriações. A estrada cortou a direito pelo Lugar d'Além, o Terreiro e o Areal, retirando o adro à Capela de Nossa Senhora das Areias, e levando parte do souto das Carvalhas, o atual recinto de festas.
Uma estrada nova incomoda muita gente mas beneficia muito mais, sobretudo as gerações futuras. Resta-nos conhecer, agradecer o investimento e apreciar o que era viajar pelo Caminho Velho, ao longo do Ribeirinho, ou pela Ladeira da encosta do Calvário.
Diario do Governo D_0095_1899-04-28 página 1105
JUIZO DE DIREITO DA COMARCA DE SANTA COMBA DÃO
Pelo juizo de direito da comarca de Santa Comba Dão, e
cartorio do segundo officio, correm éditos de dez dias, citando todas as
pessoas que se julguem com direito aos terrenos expropriados, amigavelmente,
para a construção do lanço da estrada de serviço da estação de Oliveirinha ás
Caídas de S. Gemil. comprehendido entre Beijoz e as mesmas Caídas, no concelho
do Carregai, e que são os que se seguem:
Âo visconde de Trancoso, 2:486 metros quadrados de pinhal,
expropriados por 40/000 réis.~
(1º Maria
do Carmo da Costa de Macedo e Ornelas de Sequeira Reimão, 1ª viscondessa de
Trancoso * 1801; 3º Maria do Carmo Giraldes Barba Noronha e Brito,
11ª condessa dos Arcos e 3ª viscondessa de Trancoso * 1866 ); 4º D. José Manuel
de Noronha e Brito de Menezes de Alarcão, 12º conde dos Arcos * 1899)
A José Marques de Campos e mulher, 6 metros quadrados de
casa, por 9^000 réis.
A Francisco Tavares Coelho e mulher, 10 metros quadrados de
outra casa, por 24/000 réis.
A João da Costa Campos e mulher, 35 metros quadrados em duas
casas, por 95/000 réis.
A Antonio de Abrantes e mulher, 1 metro quadrado de casa,
por 1/500 réis.
A João Martins e mulher, 8 metros quadrados de casa, por
22/000 réis.
A Joaquina de Jesus, 27m2,6O de casa, por 125/000 réis.
A Antonio de Abreu da Gama e esposa, de Cannas de Senhorim,
150 metros quadrados de terreno de milho e 70 metros quadrados de outro, por
5o/000 réis.
A José Coelho do Amaral, 38 metros quadrados de terreno de
milho, por 17/000 réis.
A José Baptista de Sousa e mulher, 51 metros quadrados de
terreno de milho e 14ra2,50 de casa e releixo, por 119^000 réis.
A Margarida de Jesus Campos, 25 metros quadrados de terreno de milho, por 6/000 réis.
Ao padre Antonio da Costa Campos, 60 metros quadrados de
terra de horta, por 24/000 réis.
A Luiz do Amaral e mulher, 50 metros quadrados de horta, por
13/000 réis.
A D. Victoria da Costa Cabral, 78m2,80 em tres parcellas de
pomar, casa e quintal, por 100/000 réis.
À Maria de Campos Victoria, 14m2,70 do casa, por réis 80/000.
A D. Maria da Natividade, 3m2,60 de uma casa, por 42/500 réis.
A Francisco Bernardo de Loureiro, 16ra2,70 de casa, por
85/5000 róis.
A José de Abrantes Cortez e mulher, 12 metros quadrados de
casa, por 23/000 réis.
A Antonio de Abrantes Cortez e mulher, como representantes
de seus irmãos e cunhados Francisco, Josepha e Jacinto, ausentes, 36 metros
quadrados de uma casa, e por si proprios, 5 metros quadrados da mesma casa,
tudo por 87/500 réis.
A José da Costa Campos, 13 metros quadrados de uma casa, por
90/000 réis.
À Antonio da Silva e mulher, Ira2,30 de casa, por réis 15/000.
A D. Maria da Encarnação, 2m2,70 de uma casa, por 15/000
réis.
A Sebastião de Loureiro e Silva, 86m2,80 de casa, releixo e
forno, por 140/000 réis.
A Francisco Paes de Loureiro e mulher, 28a12,60 de terra de
milho, por 9/000 réis.
A Joaquim da Costa Campos, 52m2,60 de casa e releixo, por
105/1000 réis.
A João Luiz, l l m2,25 de duas casas fronteiras, por 45/000
réis.
A Antonio Peixoto e mulher, 17ra2,31 de casa e curral, por
20/000 réis.
A Antonio Paes de Loureiro, 35m2,45 de duas casas, por
65/000 réis.
A Francisco Paes de Loureiro (Novo) e mulher, 3'a2,8º de casa, por 12/000 réis.
A José de Figueiredo Loureiro e mulher, 13m2,30 de forno
e pateo, por 32/000 réis.
À Januario Cardoso, da Lageosa, como representante dos
herdeiros de José da Costa, de Beijoz, l ,u2,80 de uma casa arruinada, por
8/000 réis.
A Alexandre Fernandes e mulher, 112 metros quadrados de
terra de centeio com oliveiras, por 16/000 róis.
A José de Sousa e mulher, 161“2,69 de souto e vinha por
11/000 réis.
A Cesar de Sousa e mulher, 204m2,26 de souto e vinha, por
9/000 réis.
A Narciso Rodrigues Machado e mulher, sete parcelas de
terreno de milho, centeio, souto, vinha, mato e pinhal,, tudo com
2:089m2>63, pór 104/000 réis.
Á D. Maria da Encarnação Coelho e Moura, 234 '"’-,24
de souto, por 16/000 réis.
(casada com Albino Pereira d'Almeida e Castro e mãe de Arnaldo
de Castro que nos anos 1940’s doou o restante souto de carvalhas à Junta de
Freguesia para recinto de festas )
A José Baptista de Sousa e mulher, 198 metros quadrados de
pinhal, por 7/500 réis.
A Alexandre Cardoso de Pina e mulher, 257m2,46 de pinhal, por 7/500 réis.
A Daniel Coelho de Moura e mulher, 191,n2,04 de souto e pinhal, por 10/000 réis.
A José Coelho do Amaral, tres fachas de vinha, centeio e
pinhal, tudo com a area de 528m2,08, por 20/700 réis.
A Antonio Marques da Costa Carvalhal e mulher, 459m2,06 de
terra de centeio e vinha, com castanheiros e duas oliveiras, por 21/000 róis.
Ao. abbade Antonio Coelho Monteiro Machado, 162 metros de
terreno de centeio e pinhal, por 6/000 réis.
À Agostinho Paes e mulher, 52m2,25 de terra de centeio, por
4/000 réis.
A Antonio Paes Novo e mulher, 33m2,37 de terra de centeio, por 3/000 réis.
A Sebastião de Loureiro e Silva, 327m2,98 de terra de centeio e pinhal, por 3/500 réis.
A José da Silva e mulher, 300n,2,70 de vinha, por 6/000
réis.
A Margarida da.Silva, 347m2,89 de terreno de vinha, qor
3/500 réis.
A Germano de Sousa e mulher, 103ra2,14 de vinha e mato, por 7/000 réis.
A Maria da Annunciação, 20 metros quadrados de vinha, um
castanheiro e uma oliveira, por 2/000 réis.
A João Luiz, 631m2,48 em duas fachas de milho e videiras,
por 60/000 réis.
E a Antonio Mendes e mulher, duas fachas de terreno de
milho com videiras, com a area de 23Ira2,27, por réis 35/000.
Os citados devem vir deduzir o seu direito no praso dós éditos,
a contar do segundo annuncio, sob pena de se julgaram livres e desembaraçados
os alludidos terrenos, ccomo taes serem adjudicados á expropriante, e as
quantias referidas entregues aos referidos expropriados.
Santa Comba Dão, 21 de abril de 1899. = O escrivão,,
José Antonio Gomes Paes.
Verifiquei. = Fonseca.
Juizo de direito da comarca de Santa Comba Dão, éditos
citando todas as pessoas que se julgarem com direito a diversos terrenos,
expropriados para construcçào do lanço da estrada de serviço da estação de
Oliveirinha ás Caídas de S. Gemil, entre Beijoz e ás mesmas Caídas, e do
lanço da estrada districtal n.° 79, entre Villa Moinhos e a Portella de
Mortasel.
Temas: Beijoz Comercial, Conservatória, Famílias de Beijós, História de Beijós, Sangemil, Serviço Público







