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Vende-se casa na Rua da Igreja

2023/06/10


 

Beijoz vale bem uma caminhada

2023/06/02


 Agradecimentos à Associação e a todos os seus voluntários! 




Eis as primeiras a chegar. 

Parte do grupo aos Castanheiros da Fonte no Lugar d'Além. 

Na subida final, antes do almoço! 







Vende-se casa perto de Beijoz

 Casa em Canas de Senhorim

  https://www.facebook.com/marketplace/item/1914067128939294/


Casa em Sobral 

https://www.facebook.com/marketplace/item/788840472628167/


Casa de brasileiro Arnaldo de Castro tem histórias

2023/04/27
Beijoz é uma aldeia agrícola com 3000 anos de história.  Os vestígios arqueológicos podem ser vistos no Museu Municipal de Carregal do Sal. Outros vestígios como a estrada antiga foram cobertos de alcatrão 

Mas os vestígios mais recentes estão ainda bem patentes, especialmente na via principal rua Abade Pais Pinto que foi modernizada e alargada no final do século XIX para ligar a estação do comboio em Oliveirinha às termas de Sangemil.  Uma das casas mais vistosas  é a casa de Arnaldo Pereira Alvares de Castro em Beijós, uma típica "Casa de Brasileiro",  construída no século XIX "à moda antiga" por um emigrante beijosense bem sucedido no Brasil. 

A casa tem uma grande frente de tom amarelo, um espaço de capela e um pequeno quintal nas traseiras. 
Arnaldo e as suas filhas passaram férias em Beijós alguns anos. A casa foi vendida a outra família e está de novo à venda. Bem merecia ser restaurada.  

Uma publicação da CM-Carregal diz que Arnaldo de Castro diz que Arnaldo de Castro emigrou para o Brasil em 1885, mas o nosso blog tem a informação  mais correta.  

Arnaldo de Castro foi um benemérito e doou o terreno das Carvalhas ao lado da escola para recinto de festas da aldeia.  O Parque Arnaldo de Castro é uma linda "sala de visitas" onde fazemos a sardinhada na noite de SJoao e recebemos visitantes, especialmente no verão. 

"Arnaldo Pereira Álvares de Castro nasceu em Beijós em Janeiro de 1885. Foi baptizado no mês seguinte, tendo por padrinhos o Dr. José de Sousa Mendes, na altura Administrador do Concelho de Tondela, e sua mulher D. Maria Angelina Ribeiro de Abranches.
Arnaldo era filho de Albino Pereira d'Almeida e Castro e de Maria da Encarnação Coelho de Moura (sogros de Leão Coelho do Amaral). Neto paterno de João Pereira Álvares de Castro (Juiz de Paz em Cabanas?)  e materno de Diogo Coelho de Moura". 
Para além de ser afilhado dos pais dos gémeos, Arnaldo de Castro poderia ser primo através dos Coelho do avô deles Silverio Coelho Paes do Amaral. 

Avò João Alvares de Castro Juiz de Paz em Cabanas https://antoniopovinho.blogspot.com/2007/02/distrito-de-cabanas.html

Em relação ao parentesco:
Arnaldo não descende do Silvério. O parentesco mais próximo entre ambos é através do casal Tomásia Coelho de Moura e José Fernandes de Abrantes Pexim. São trisavós do Arnaldo e tetravós do Aristides. Ver quem é Tomásia aqui: https://antoniopovinho.blogspot.com/2007/11/carta-de-legitimao.html

Carregal vai com a CIM Viseu Dão Lafões à BTL Bolsa de Turismo de Lisboa, 1-5 Março, FIL Parque das Nações

2023/02/28

O município de Carregal do Sal vai estar com a CIM Viseu Dão Lafões na BTL Bolsa de Turismo de Lisboa, de 1 a 5 Março  Março 2023, no Pavilhão 2 da Feira Internacional de Lisboa (FIL) Parque das Nações.     A apresentação do Carregal está agendada para sábado, 4-Março,  pelas 16:00. 

Sábado, 4-Março, 16:30  Município de Carregal do Sal ,    Momento musical 

com Evocação da cantora Dina Veloso 

Sábado, 4-Março, 17:00   Município de Carregal do Sal,     Degustação de Alheira com Pinhão, com Cogumelos Shitake, Enchidos, Queijo, Bolo Torto,  Ginja Victor e Vinho do Dão

 
Os elementos de Cultura e Património que mais se destacam por aqui  são a criação do museu na Casa do Passal,  Monumento Nactional desde 2011, e do projeto Aristides de Sousa Mendes e o Carnaval tradicional de Cabanas de Viriato.  Festa é festa, Faça sol ou faça chuva!


.Carregal do Sal vai focar a oferta nas vertentes deGastronomia e Cultura e Património. O Projeto CRAFT – Turismo Criativo,   uma proposta de viagem pela história de arte, pela arqueologia e megalitismo, que coleciona informações úteis, mapas e  glossário. 

 Os 14 municipios de Dão Lafões juntam-se para apresentar a Gastronomia e Vinhos com o novo  Mapa dos Segredos Gastronómicos, um dos  eixos centrais da programação da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões. 

  •  Gastronomia e Vinhos e Enoturismo
  •  Turismo de Natureza e Desportivo / Saúde e Bem-Estar, Termalismo e Caminhadas
  •  Cultura e Património, Museologoia, Arqueologia, Música e festas tradicionais 




Beijós II raízes: festa do dia dos namorados em Beijós

2023/02/19
Um novo blog traz noticias da nossa terra.  
Beijós II raízes: festa do dia dos namorados em Beijós:  festa do dia dos namorados em Beijós   Beijós II raízes  

Citam-se os expropriados de Beijoz, circa 1899

2022/12/18

A construção da estrada nova (nº337)  da estação de comboio de Oliveirinha às Caldas de Sangemil (S. Gemil), no fim do século XIX transformou Beijoz e implicou muitas expropriações. A estrada cortou a direito pelo Lugar d'Além, o Terreiro e o Areal, retirando o adro à Capela de Nossa Senhora das Areias, e levando parte do souto das Carvalhas, o atual recinto de festas.  

Uma estrada nova incomoda muita gente mas beneficia muito mais, sobretudo as gerações futuras. Resta-nos conhecer, agradecer o investimento e apreciar o que era viajar pelo Caminho Velho, ao longo do Ribeirinho, ou pela Ladeira da encosta do Calvário.  


Diario do Governo D_0095_1899-04-28  página 1105

JUIZO DE DIREITO DA COMARCA DE SANTA COMBA DÃO

Pelo juizo de direito da comarca de Santa Comba Dão, e cartorio do segundo officio, correm éditos de dez dias, citando todas as pessoas que se julguem com direito aos terrenos expropriados, amigavelmente, para a construção do lanço da estrada de serviço da estação de Oliveirinha ás Caídas de S. Gemil. comprehendido entre Beijoz e as mesmas Caídas, no concelho do Carregai, e que são os que se seguem:

Âo visconde de Trancoso, 2:486 metros quadrados de pinhal, expropriados por 40/000 réis.~

(1º Maria do Carmo da Costa de Macedo e Ornelas de Sequeira Reimão, 1ª viscondessa de Trancoso * 1801;  3º  Maria do Carmo Giraldes Barba Noronha e Brito, 11ª condessa dos Arcos e 3ª viscondessa de Trancoso * 1866 ); 4º D. José Manuel de Noronha e Brito de Menezes de Alarcão, 12º conde dos Arcos * 1899)

A José Marques de Campos e mulher, 6 metros quadrados de casa, por 9^000 réis.

A Francisco Tavares Coelho e mulher, 10 metros quadrados de outra casa, por 24/000 réis.

A João da Costa Campos e mulher, 35 metros quadrados em duas casas, por 95/000 réis.

A Antonio de Abrantes e mulher, 1 metro quadrado de casa, por 1/500 réis.

A João Martins e mulher, 8 metros quadrados de casa, por 22/000 réis.

A Joaquina de Jesus, 27m2,6O de casa, por 125/000 réis.

A Antonio de Abreu da Gama e esposa, de Cannas de Senhorim, 150 metros quadrados de terreno de milho e 70 metros quadrados de outro, por 5o/000 réis.

A José Coelho do Amaral, 38 metros quadrados de terreno de milho, por 17/000 réis.

A José Baptista de Sousa e mulher, 51 metros quadrados de terreno de milho e 14ra2,50 de casa e releixo, por 119^000 réis.

A Margarida de Jesus Campos, 25 metros quadrados  de terreno de milho, por 6/000 réis.

Ao padre Antonio da Costa Campos, 60 metros quadrados de terra de horta, por 24/000 réis.

A Luiz do Amaral e mulher, 50 metros quadrados de horta, por 13/000 réis.

A D. Victoria da Costa Cabral, 78m2,80 em tres parcellas de pomar, casa e quintal, por 100/000 réis.

À Maria de Campos Victoria, 14m2,70 do casa, por réis 80/000.

A D. Maria da Natividade, 3m2,60 de uma casa, por  42/500 réis.

A Francisco Bernardo de Loureiro, 16ra2,70 de casa, por 85/5000 róis.

A José de Abrantes Cortez e mulher, 12 metros quadrados de casa, por 23/000 réis.

A Antonio de Abrantes Cortez e mulher, como representantes de seus irmãos e cunhados Francisco, Josepha e Jacinto, ausentes, 36 metros quadrados de uma casa, e por si proprios, 5 metros quadrados da mesma casa, tudo por 87/500 réis.

A José da Costa Campos, 13 metros quadrados de uma casa, por 90/000 réis.

À Antonio da Silva e mulher, Ira2,30 de casa, por réis 15/000.

A D. Maria da Encarnação, 2m2,70 de uma casa, por 15/000 réis.

A Sebastião de Loureiro e Silva, 86m2,80 de casa, releixo e forno, por 140/000 réis.

A Francisco Paes de Loureiro e mulher, 28a12,60 de terra de milho, por 9/000 réis.

A Joaquim da Costa Campos, 52m2,60 de casa e releixo, por 105/1000 réis.

A João Luiz, l l m2,25 de duas casas fronteiras, por 45/000 réis.

A Antonio Peixoto e mulher, 17ra2,31 de casa e curral, por 20/000 réis.

A Antonio Paes de Loureiro, 35m2,45 de duas casas, por 65/000 réis.

A Francisco Paes de Loureiro (Novo) e mulher, 3'a2,8º  de casa, por 12/000 réis.

A José de Figueiredo Loureiro e mulher, 13m2,30 de forno e pateo, por 32/000 réis.

À Januario Cardoso, da Lageosa, como representante dos herdeiros de José da Costa, de Beijoz, l ,u2,80 de uma casa arruinada, por 8/000 réis.

A Alexandre Fernandes e mulher, 112 metros quadrados de terra de centeio com oliveiras, por 16/000 róis.

A José de Sousa e mulher, 161“2,69 de souto e vinha por 11/000 réis.

A Cesar de Sousa e mulher, 204m2,26 de souto e vinha, por 9/000 réis.

A Narciso Rodrigues Machado e mulher, sete parcelas de terreno de milho, centeio, souto, vinha, mato e pinhal,, tudo com 2:089m2>63, pór 104/000 réis.

Á D. Maria da Encarnação Coelho e Moura, 234 '"’-,24 de souto, por 16/000 réis.

(casada com Albino Pereira d'Almeida e Castro e mãe de Arnaldo de Castro que nos anos 1940’s doou o restante souto de carvalhas à Junta de Freguesia para recinto de festas  )

A José Baptista de Sousa e mulher, 198 metros quadrados de pinhal, por 7/500 réis.

A Alexandre Cardoso de Pina e mulher, 257m2,46 de pinhal, por 7/500 réis.

A Daniel Coelho de Moura e mulher, 191,n2,04 de souto e pinhal, por 10/000 réis.

A José Coelho do Amaral, tres fachas de vinha, centeio e pinhal, tudo com a area de 528m2,08, por 20/700 réis.

A Antonio Marques da Costa Carvalhal e mulher, 459m2,06 de terra de centeio e vinha, com castanheiros e duas oliveiras, por 21/000 róis.

Ao. abbade Antonio Coelho Monteiro Machado, 162 metros de terreno de centeio e pinhal, por 6/000 réis.

À Agostinho Paes e mulher, 52m2,25 de terra de centeio, por 4/000 réis.

A Antonio Paes Novo e mulher, 33m2,37 de terra de centeio, por 3/000 réis.

A Sebastião de Loureiro e Silva, 327m2,98 de terra de centeio e pinhal, por 3/500 réis.

A José da Silva e mulher, 300n,2,70 de vinha, por 6/000 réis.

A Margarida da.Silva, 347m2,89 de terreno de vinha, qor 3/500 réis.

A Germano de Sousa e mulher, 103ra2,14 de vinha e mato, por 7/000 réis.

A Maria da Annunciação, 20 metros quadrados de vinha, um castanheiro e uma oliveira, por 2/000 réis.

A João Luiz, 631m2,48 em duas fachas de milho e videiras, por 60/000 réis.

E a Antonio Mendes e mulher, duas fachas de terreno de milho com videiras, com a area de 23Ira2,27, por réis 35/000.

Os citados devem vir deduzir o seu direito no praso dós éditos, a contar do segundo annuncio, sob pena de se julgaram livres e desembaraçados os alludidos terrenos, ccomo taes serem adjudicados á expropriante, e as quantias referidas entregues aos referidos expropriados.

Santa Comba Dão, 21 de abril de 1899. = O escrivão,,

José Antonio Gomes Paes.  

Verifiquei. = Fonseca.

Juizo de direito da comarca de Santa Comba Dão, éditos citando todas as pessoas que se julgarem com direito a diversos terrenos, expropriados para construcçào do lanço da estrada de serviço da estação de Oliveirinha ás Caídas de S. Gemil, entre Beijoz e ás mesmas Caídas, e do lanço da estrada districtal n.° 79, entre Villa Moinhos e a Portella de Mortasel.